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Robô facilita atendimento remoto a pacientes de AVC em clínica nos EUA

Robô facilita atendimento remoto a pacientes de AVC em clínica nos EUA

Atualizado: Quinta-feira, 16 Setembro de 2010 as 10:40

Dois centros médicos americanos estão desenvolvendo um projeto-piloto de telemedicina com a ajuda de robô. A ideia é monitorar pacientes de acidente vascular cerebral (AVC, popularmente conhecido como “derrame”). O papel do robô-enfermeiro é conectar especialistas em AVC da Clínica Mayo, em Jacksonville, Flórida, à equipe médica da unidade de emergência do Parrish Medical Center de Titusville, cidade do mesmo estado a 193 quilômetros de distância. Ele fica ao lado da cama do paciente e fornece informações vitais para avaliação e diagnósticos rápidos.

Quando a artéria do cérebro está bloqueada, o paciente pode receber determinados remédios que dissolvem os coágulos. Se isso é feito em até três horas após o início dos sintomas, é possível reduzir as probabilidades de o AVC resultar em incapacidade.

Como funciona
Quando um paciente com um caso possível de acidente vascular cerebral chega ao Parrish Medical Center, o campus da Clínica Mayo de Jacksonville é acionado por telefone. Um dos médicos treinados no uso do robô assume remotamente o controle da máquina, usando um laptop e um joystick.

Em Titusville, o paciente vê um robô com um monitor de vídeo e uma câmera no lugar da cabeça, através dos quais se estabelece uma conexão ao vivo com o médico da Mayo.

O médico pode, então, fazer o robô se mover pelo quarto, como também interagir com o paciente, sua família e com a equipe médica do Parrish. A câmera permite ao médico avaliar o paciente, examinar seu estado mental, sua linguagem e funções, movimentos da face e do corpo, além de observar suas pupilas.

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