Brasileiro ganha prêmio internacional

Brasileiro ganha prêmio internacional

Atualizado: Quarta-feira, 29 Setembro de 2010 as 3:06

A 22ª edição de um concurso da União Europeia para jovens cientistas, que começou no dia 26 de setembro e terminou nesta terça-feira (28) em Lisboa, Portugal, tem um projeto do Brasil entre os vencedores.

O brasileiro William Lopes ganhou na categoria Internacional, dedicada a projetos de países não pertencentes aos 27 Estados-membros da União Europeia. Ele desenvolveu um trabalho sobre a utilização do fungo aspergillus níger para o tratamento de tintas.

Os vencedores, que ganharam o equivalente a R$ 16.250 (7 mil euros) cada, foram o projeto tcheco sobre as nanopartículas de CO2 - aplicável na pesquisa de armazenamento dos gases do efeito estufa -, o polonês com um estudo sobre formigas e o húngaro sobre educação científica.

Máire Geoghegan, comissária europeia para investigação, inovação e ciência, elogiou os participantes.

- Jovens como esses contribuem para moldar o futuro e acho que estamos em boas mãos.

O museu da eletricidade da capital portuguesa recebeu 85 projetos de 124 jovens, entre 14 e 21 anos, provenientes de 37 países, 27 da União Europeia e dez convidados, entre eles Brasil, Estados Unidos, Canadá, Israel e China.

No grupo dos países latino-americanos se destacou o brasileiro Lopes, um jovem pesquisador de 20 anos, natural de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul. Seu projeto premiado tem como objetivo baratear o processo de coloração de tecidos como o couro e foi bem recebido pelo público. Ele diz que sua ideia é sustentável.

- É uma iniciativa amiga do meio ambiente e mais barata. Já tem várias empresas interessadas.

O estudante fez outro estudo que mostra a capacidade do mesmo fungo de absorver pigmentos de corantes descartados em rios pela indústria de couro.

O concurso Jovens Cientistas da União Europeia começou em 1989 e visa promover a cooperação internacional e estimular novos talentos.

A 22ª edição de um concurso da União Europeia para jovens cientistas, que começou no dia 26 de setembro e terminou nesta terça-feira (28) em Lisboa, Portugal, tem um projeto do Brasil entre os vencedores.

O brasileiro William Lopes ganhou na categoria Internacional, dedicada a projetos de países não pertencentes aos 27 Estados-membros da União Europeia. Ele desenvolveu um trabalho sobre a utilização do fungo aspergillus níger para o tratamento de tintas.

Os vencedores, que ganharam o equivalente a R$ 16.250 (7 mil euros) cada, foram o projeto tcheco sobre as nanopartículas de CO2 - aplicável na pesquisa de armazenamento dos gases do efeito estufa -, o polonês com um estudo sobre formigas e o húngaro sobre educação científica.

Máire Geoghegan, comissária europeia para investigação, inovação e ciência, elogiou os participantes.

- Jovens como esses contribuem para moldar o futuro e acho que estamos em boas mãos.

O museu da eletricidade da capital portuguesa recebeu 85 projetos de 124 jovens, entre 14 e 21 anos, provenientes de 37 países, 27 da União Europeia e dez convidados, entre eles Brasil, Estados Unidos, Canadá, Israel e China.

No grupo dos países latino-americanos se destacou o brasileiro Lopes, um jovem pesquisador de 20 anos, natural de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul. Seu projeto premiado tem como objetivo baratear o processo de coloração de tecidos como o couro e foi bem recebido pelo público. Ele diz que sua ideia é sustentável.

- É uma iniciativa amiga do meio ambiente e mais barata. Já tem várias empresas interessadas.

O estudante fez outro estudo que mostra a capacidade do mesmo fungo de absorver pigmentos de corantes descartados em rios pela indústria de couro.

O concurso Jovens Cientistas da União Europeia começou em 1989 e visa promover a cooperação internacional e estimular novos talentos.

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