
Quanta gente desatenta
Quanta coisa pra fazer
Há tantas coisas importantes
E é tão fácil se perder
E os detalhes se camuflam
Poucos podem enxergar
As vezes até se recusam
Nem ao menos se deixam tentar
E a humanidade vai seguindo
Com a face sempre cansada
Poderia seguir sorrindo
Mas não há motivo, não há nada
E em meio à nostalgia
Lembra-se dos dias que passaram
De tudo que não viveu
Das coisas que se escaparam
E refém, lamenta o que perdeu
Ah, se tivesse se encantado pelos detalhes
A vida não teria lhes escapado pelas mãos.
Por: Flávia Pereira Caraíbas
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