
Universidades particulares que aderiram ao programa de financiamento estudantil do governo federal (Fies) podem reduzir o número de alunos atendidos, caso não recebam repasses atrasados de R$ 500 milhões referentes a matrículas nos últimos dois anos.
A informação é da reportagem de Fábio Takahashi, publicada na edição desta quarta-feira da Folha.
Segundo a Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), o problema começou em 2010, quando o programa foi ampliado e a administração da verba migrou da Caixa para o Mec.
Em 2010, o Fies custeava 224 mil alunos; em 2011, mais de 150 mil aderiram.
O governo reconhece que pode haver alguma demora no pagamento, mas nega que o valor seja tão alto.
Parte da lentidão, diz, pode ser culpa das próprias instituições, que ainda não se acostumaram com os novos ritos e demoram a fornecer dados dos alunos.
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