Google recebe 1 milhão de currículos por ano

Google recebe 1 milhão de currículos por ano

Atualizado: Quarta-feira, 26 Outubro de 2011 as 8:56

A Google recebe um milhão de currículos por ano, de acordo com pesquisa do site sul-africano Job Vine, especializado na busca de empregos. No entanto, na máximo seis mil são aproveitados, o que representa 0,4% do total enviado – em 2011, excepcionalmente, serão 6,2 mil.

Embora a gigante de fato avalie os documentos que lhe são encaminhados, a maior parte dos funcionários é recrutada nas melhores universidades e em empresas rivais – nesse caso, os salários oferecidos devem ser altos, de modo a atrair pessoas que já possuem um bom cargo.

Segundo o Job Vine, o candidato pode ter de enfrentar entre quatro e nove entrevistas – no passado, o  número podia chegar a 29. O objetivo é verificar a existência de certas características que a companhia preza, como ambição e criatividade. Sua contratação só será concretizada depois que um comitê, formado por gerentes e diretores, a avaliar. A decisão, portanto, não fica a cargo de apenas uma pessoa.

Já que a Google busca identificar talentos em vez de priorizar habilidades específicas, perguntas inusitadas podem ser feitas durante a sabatina: “Quanto você deveria cobrar para limpar todas as janelas da cidade de Seattle?” ou “quantas vezes por dia os ponteiros do relógio se sobrepõem?” foram citadas como exemplos pelo portal. Muitas delas não têm uma única resposta correta.

Quanto aos salários, o mais alto vai para o líder em engenharia de software: 239 mil dólares anuais. Quando da contratação de alguém, a remuneração só é definida após passar pelo crivo de um dos executivos mais importantes da companhia.

Em junho deste ano a Google possuía 28,8 mil empregados, espalhados por 60 escritórios em 30 países - há menos de dez anos, em 2002, a quantidade era um décimo: 2,3 mil. Ainda assim, nem se compara aos 90 mil da Microsoft, cujas atividades – de suporte técnico a empresas a desenvolvimento da linha Xbox -  requerem um quadro bem maior.

via: IDGnow

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