Jovens representam 22% do total de consorciados em todo o país

Jovens representam 22% do total de consorciados em todo o país

Atualizado: Sexta-feira, 18 Novembro de 2011 as 9:27

Jovens já representam 22% do total de consorciados em todo o país. Na Racon Curitiba, os clientes nesta faixa etária são cerca 33%.

Planejar o futuro e formar um patrimônio, esses são os motivos que levam os jovens a investir em um bem a longo prazo.

Dados da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) apontam para um crescimento de mais de 120% de pessoas de 20 e 30 anos, entre 2006 e 2010. Atualmente, os consumidores nesta faixa etária representam 22% do total de consorciados no país.

O estudo da ABAC confirma uma pesquisa interna da Racon Consórcio que também assinala para um aumento da demanda jovem na carteira de clientes. De acordo com a empresa, atualmente 20% dos clientes da empresa são de pessoas até os 30 anos. O crescimento foi de 4,5% em 2009, para 19% em 2011, nesta faixa etária.

Em Curitiba, cidade onde a Racon atua há 8 anos, o quadro de jovens clientes  já  representa  33%  da  carteira,  somando aproximadamente R$ 1.400.000,00 de créditos comercializados no período. "Este cenário demonstra maior preocupação dos jovens com o futuro e o planejamento financeiro", avalia o Gerente da Racon Curitiba, Gilberto Marenda Pereira.

De acordo com o executivo, esse número vem crescendo, uma vez que os jovens estão mais atentos ao mercado e aos investimentos. 'O consórcio é a melhor maneira de se fazer uma poupança programada', estimula.

No mesmo estudo da ABAC também ficou comprovado o crescimento do público feminino na aquisição de consórcios. Denominado como "Estudo de Cenários e Oportunidades", a pesquisa mostrou que o consumo das mulheres representa 43% em 2010. "Como o consórcio é percebido como um investimento é natural atrair mais os jovens e as mulheres, que sabidamente se enquadram neste perfil", analisa Gilberto.

O estudo diz ainda que o brasileiro participante do Sistema de Consórcios o considera como um bem de futuro, ou seja, investimentos que ajudam as pessoas a planejar em longo prazo. Pelo grau de satisfação dos atuais e pelas expectativas dos potenciais consorciados, o trabalho apresenta uma evolução sobre os resultados apontados em 2006, quando do primeiro levantamento.

Realizado no primeiro semestre deste ano, o levantamento incluiu 731 entrevistados, consorciados de grupos em andamento, distribuídos em São Paulo, Porto Alegre e Salvador.

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