Pai, como estou indo?

Pai, como estou indo?

Atualizado: Terça-feira, 11 Outubro de 2011 as 2:04

São 06:45 da manhã é a pequena Jéssica acorda mais cedo que os seu pais. A temperatura é de aproximadamente 13ºC naquela manhã. Ela pega seu edredon e vai em direção ao quarto de seus pais, que ainda dormem bem agarradinhos no frio. Ao entrar no quarto, Jel ri, pois o seu pai ronca e assobia ao mesmo tempo. Eles não acordam e ela tem um excelente plano: Pular na cama pra que eles acordem, pois aquele dia era um dia especial. Com tudo bem planejado. Ela se direciona ao meio da cama e começa a pular cantando: "Hora de acordar preguiçinhas! Lá! Lá! Lá! É hora de acordar! Lá! Lá! Lá!…"

Sua mãe pede que ela desça da cama naquele instante, e, seu pai, apenas sorri e acha aquilo o máximo. Em meio às palavras, os pais de Jel olham para o relógio de parede no quarto e de forma sincronizada pulam da cama, pois lembram que naquela manhã teria a apresentação sobre a primavera na escola e Jel precisa se vestir de flor.

Inicia-se a correria para que eles conseguissem arrumar tudo.

 Depois de alguns minutos, Jéssica já estava arrumada e seus pais já estavam a caminho da escola, a qual era próxima da casa deles. Ao chegar ao auditório da escola, Jéssica é levada pela professora responsável para o palco, pois em 20 minutos iria iniciar a apresentação da peça, a qual tinha com tema: É primavera!

Jéssica está muito nervosa. O seu pequeno coração batendo faz lembrar o de um pequeno pássaro com medo.

 Abrem-se as cortinas, e ela começa a sua série de falas e danças. Ela declama a poesia sobre a alvorada das flores e coreografa com suas amigas, a música bom dia tulipas. Tudo muito belo. Ao final da apresentação, a professora responsável pelo evento, juntamente com a diretora do teatro da cidade, perguntam a Jel, como uma criança de apenas 8 anos de idade consegue não ficar tão nervosa e apresentar danças e declamações de forma tão perfeita. As palavras dela me impressionaram e por isso quero compartilhar com vocês.

Segue abaixo a fala dela:

- Tias, eu vi que o meu Pai estava ali em baixo! Ele estava no meio da platéia e sorria a cada passo meu, a cada fala minha, até quando eu escorreguei ele sorria!

Eu percebi que ele boceja assim: "Filha, você vai consegui! Filha, nunca desista! Filha, Te amo!"

O fato dEle estar ali perto de mim, contemplando a minha apresentação de forma tão atenta e entusiasmada, me ajudou muito mais do que eu imaginava. Foi graça a simples presença dEle aqui que consegui!

 —x—

   Utilizei essa ficção, pra compreendermos que todos os dias nós estamos diante de nosso Pai Celeste aprestando um culto de louvor e adoração à ELE. Quando você vai a uma igreja, você vai cultar ao PAI. É como se você estivesse num palco fazendo apresentações da melhor forma pra que o seu PAI ficasse feliz por ti!

Pra refletir:

· O que você tem apresentado ao Pai diariamente? · Você tem ido a igreja pra assistir o culto ou pra prestar um culto? Olhe nos olhos do Pai e perceba ele bocejar:

Eu te amo! Estou torcendo por você! Nunca Desista Filho e Filha!

Por: Gustavo Pestana

via: O (In)dizível

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