Para candidatos, física e matemárica foram as mais difíceis da Fuvest

Para candidatos, física e matemárica foram as mais difíceis da Fuvest

Atualizado: Segunda-feira, 28 Novembro de 2011 as 11:55

As questões das disciplinas de exatas foram as consideradas mais difíceis para candidatos ouvidos pelo G1 que fizeram neste domingo (27) a primeira fase do vestibular da Fuvest. Os estudantes que entregaram o gabarito foram autorizados a deixar o local de prova a partir das 16h.

Para as amigas de colégio Stephanie Frick e Júlia Ramirez, de 18 anos, física foi a parte mais difícil do vestibular. Elas saíram pouco confiantes da prova que realizaram no campus Santo Amaro da Uninove, na Zona Sul de São Paulo. "Não esperava muito de mim, ainda estou em dúvida sobre a carreira que escolhi", disse Stephanie, que se inscreveu para relações públicas.

Já a candidata de psicologia Nathália Sol, de 22 anos, matemática foi a parte em que sofreu mais para responder. "E matemática é justamente a disciplina que eu mais gosto", afirmou.

Primeiro a chegar ao local de prova, Ailton da Costa Cunha, de 19 anos, também foi um dos primeiros a sair da prova que realizou no campus Santo Amaro da Uninove. "Tirando química, as outras questões foram menos difíceis de fazer", disse o vestibulando de ciências biológicas enquanto esperava seu pai. "Para a primeira fase estou confiante, a segunda é que vai pegar mais."

Rafaela Malaquias, de 23 anos, quer estudar engenharia civil e foi uma das primeiras a sair. "Foi uma prova de dificuldade média. Mais difícil que o Enem, mas não muito", disse. Para ela, as questões de química foram as mais complicadas, e as de inglês as mais simples de resolver.

Na Escola Politécnica da USP, Juliana Cavalcante de Oliveira, de 23 anos, formada em administração e em busca de uma vaga de história, também achou matemática e física mais difíceis. "Estou confiante, a nota de corte em história costuma ser mais baixa", comentou.

Jeferson Aparecido dos Santos, de 31 anos, quer fazer arquitetura. "Estudei muito e acho que vou conseguir me sair bem", comentou. Ele disse que a parte de exatas da prova estava mais complicada que a de humanas.

Helena Mouro, de 18 anos, busca uma vaga em jornalismo na USP. Ela já faz o curso em uma universidade particular, mas pretende transferir para a USP. "Não fui bem em física e matemática estava muito difícil", avaliou. "Mas me saí bem em português porque caiu muita interpretação de texto." Segundo ela, o exame este ano estava mais fácil do que no ano anterior, e apesar das dificuldades afirma estar confiante em passar para a segunda fase.

Para Catiana Gritti, de 21 anos, a área de exatas também foi a mais complicada. Ela está se formando em enfermagem e diz que não estuda disciplinas como matemática e física há mais de quatro anos. "Em matemática caiu geometria e física, força e velocidade elétrica." Catiana pretende ingressar no curso de medicina.

Candidato a uma vaga do curso de engenharia civil Joaquim Tavares, de 19 anos, afirmou que a parte de matemática estava bem difícil. "Caíram questões de logaritmo e matriz." De acordo com ele, o exame foi mais fácil do que o ano passado, por isso está confiante em passar para a segunda fase.

Cecília Moura da Costa, de 18 anos, fez o vestibular como treineira na carreira de humanas e também sentiu dificuldades com as questões de exatas. Para ela, a experiência de fazer neste domingo foi positiva, apesar de não concorrer às vagas. "Pretendo estudar muito no próximo ano para passar com uma boa colocação. Percebi que preciso focar mais em exatas para me dar bem."

veja também