
As polêmicas "pulseiras do sexo", que viraram alvo de debate até no Ministério Público, são alvo de pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde na Casa do Adolescente de Heliópolis, em São Paulo. Segundo o levantamento, 90% dos adolescentes entrevistados entre 10 e 14 anos disseram já ter usado esses acessórios.
Entre os adolescentes de 15 a 19 anos, 38% das meninas - e apenas 8,5% dos meninos - disseram que usam ou já usaram as pulseiras.
A pesquisa ouviu 174 adolescentes e jovens entre 10 e 24 anos de idade nos meses de abril e maio de 2010. Desse total, 5,7% nunca tinham ouvido falar das pulseiras, e 54,2% disseram que usaram o acessório mais de uma vez. Entretanto, 89% dos que já utilizaram as pulseiras informaram que deixaram de usá-las, geralmente após saber o significado.
Embora a maioria já tenha usado as pulseiras, 61,6% dos adolescentes entrevistados informaram não saber o significado das cores, e 37,8% disseram conhecer apenas o significado de algumas delas. Entre as pessoas ouvidas na pesquisa, 71,3%, acreditam que o uso das pulseiras seja perigoso.
A polêmica em torno do uso dessas pulseiras surgiu como reação ao caso ocorrido em Londrina, no norte do Paraná, no dia 15 de março, quando uma adolescente de 13 anos foi estuprada. O crime teria sido motivado pelo uso das peças.
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