Ser como criança

Ser como criança

Atualizado: Quarta-feira, 29 Dezembro de 2010 as 2:09

“Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento.” I Coríntios 14:20

Semana passada foi o dia das crianças, e foi legal ver algumas pessoas que colocaram suas fotos de crianças no twitter, facebook, Orkut e etc. Eu li de pessoas dizendo que ainda ganham seus presentes. Fala sério, a infância é uma fase muito boa mesmo, tenho saudades. Mas o tempo passa e a gente cresce.

Uma coisa ruim de crescer é perder aquela graça e inocência de criança. Mas a gente ganha responsabilidade e liberdade. Grande coisa :/ Não posso mais simplesmente faltar na escola. Mas posso sair e voltar mais tarde com os amigos :D

Mas a infância não é eterna. Com o tempo vamos mudando e adquirindo maturidade. A Bíblia diz que precisamos deixar as coisas de criança. Paulo disse: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”( I Cor 13:11).

Porem, a Bíblia ainda nos diz que, se não formos como crianças, não agradaremos a Deus. “E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.” (Mateus 18:3)

Parece uma contradição, mas na verdade o que quer dizer é que precisamos crescer espiritualmente, conhecer mais a Deus e ter maior maturidade espiritual. Mas não podemos deixar a malícia, a dependência e pureza de uma criança. Este é o mal de crescer. Por conhecermos mais, pensarmos que somos independentes, e podemos fazer o que quiser, sem se importar mais com a vontade de Deus. E Ele deixa de ser nosso maior objetivo, e nos voltamos pra nós mesmos, esquecendo do seu amor por nós.

Crescer é bom e preciso. Mas não podemos deixar de amar a Deus e ser dependentes Dele, como uma criança!!

Pense nisso, e lembre-se, que apesar de todas as coisas, Deus continua sendo seu Pai, e te quer bem perto, como filho. Deixa Ele te abraçar :D

Por Pedro Prado

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