Ser você mesmo ou agradar o outro?

Ser você mesmo ou agradar o outro?

Atualizado: Sexta-feira, 17 Fevereiro de 2012 as 9:12

A princípio, quando iniciamos um relacionamento, nossa tendência é tentar agradar ao máximo a outra pessoa, afinal, o objetivo é cativá-la.

Mas é impossível agradar sempre. Com o passar do tempo, a convivência mostra os defeitos, as manias e todo e qualquer detalhe que desagrada.

Algumas pessoas, ao perceberem que algumas dessas atitudes desagrada o namorado(a), decidem simplesmente abandonar certas vontades pessoais e passam a levar em consideração apenas a vontade do outro.

Um artigo no site Par Perfeito, diz que saber ceder é uma qualidade admirável. Aliás, cada vez mais rara eu diria. Mas é preciso compreender, antes de qualquer coisa, a diferença, a sutil diferença entre ceder conscientemente e anular-se, subjugar-se e não ocupar seu lugar nos relacionamentos. 

O segredo está no equilíbrio dessa relação, ou seja, nem 8, nem 80. As vontades dos dois devem ser sempre ouvidas e consideradas.

Anular-se totalmente, deixar de lado sua forma de pensar, seus desejos, suas vontades, e fechar os olhos para si mesmo não é a solução para manter firme uma relação.

Até porque, convenhamos, uma pessoa que termina fazendo tudo o que outro quer, está bem longe de ser agradável. Ocupa apenas o lugar de quem alimenta, além de seus próprios desajustes, também os desajustes óbvios do outro. 

E quem assume o outro papel, o de quem não mostra o menor interesse pelos sentimentos e vontades de outro, age errado da mesma maneira.

Seja em uma relação entre parentes, entre namorados ou entre amigos, não importa, as duas pessoas envolvidas devem dar ouvidos às suas vontades, expôr ao outro e dar a importância devida tanto aos seus sentimentos quanto ao do outro.

Ser a gente mesma deve ser natural e também deve ser motivo de orgulho. Você é assim e pronto!

A única maneira de agradar a pessoa é sendo você mesmo! Então, não esqueça, nada de esconder suas vontades e sentimentos do outro!

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