Reconhecendo a paz conquistada

Reconhecendo a paz conquistada

Fonte: Atualizado: sábado, 29 de março de 2014 03:28

No title Estamos nos aproximando de um tempo de festa. Esta palavra deveria ser sinônimo de paz mas não é. Fala-se muito de paz no período de festas na nossa cultura, mas ela não vem só por que há festa.

A paz não pertence a este mundo. Ela vem do céu e só pousa entre muros bem construídos. Estou fazendo-o lembrar do povo de Deus sem paz, por que os muros em torno da cidade estavam no chão. Parte deste muro a ser restaurado é o "muro do temor do Senhor". Outra parte cheia de brechas é o "muro do relacionamento familiar".  Outra parte a ser reconstruída com insistência é o "muro do compromisso" com Deus.

Mas e quando os muros estiverem construídos? E se a paz vier, saberemos reconhecê-la ou vamos continuar esperando? Vamos ser gratos por ela ou vamos no PROCON contra Deus que nos deu uma paz que não era o nosso sonho? Para que estamos reconstruindo os muros?

Então temos que desenvolver uma atitude de paz, para reconhecer e ter alegria na paz que vem de Deus. Certamente que primeiro é preciso crer. "Sem fé é impossível agradar a Deus". Temos que crer que Ele é galardoador (presenteador) daqueles que o amam e a paz é um presente que sempre vem. "Os sem fé se concentram naquilo que estão passando e os da fé se concentram naquilo que estão almejando".

Desmontando noções erradas sobre a paz que não virá só por que é dezembro crer é o primeiro elemento na sua essência. Crer em uma paz que excede o entendimento humano. Não é para compreendê-la ou esperar as circunstâncias boas para desenvolvê-la, mas é para viver a paz, independentemente da circunstancia. Isto exige fé! Na paz e no Príncipe da Paz.

Ele (Jesus) conquistou-nos a paz por seu sofrimento. A paz esta sobre os seus ombros assim como o governo (Is.9.6). Por incrível que pareça o sacrifício é parte essencial para a paz. Sacrifício da minha vontade pois na minha carne a guerra flui. Também o adultério, a cobiça, a mentira e tudo isto rouba a paz. No sacrifício da minha carne e no investimento no meu espírito, através de comunhão com o Espírito de Deus, eu reconstruo outra parte importante que é o "muro da atitude de paz".

Que todos nós, que conhecemos o Príncipe da Paz, tenhamos atitude para reconhecer a paz! Na ocasião das festas ou pagando as contas durante o ano. Em tempo de saúde ou em tempo de enfermidade, pois é alguma coisa preciosa entre você e Deus não entre você e alguma coisa a ser conquistada, ou algum reconhecimento humano. Que o Deus de paz te dê, muita paz!

Pr. Cleydemir

Cleydemir Santos é pastor, psicólogo, escritor e teólogo em Minas Gerais. Trabalha com uma abordagem sistêmica, psicodramática, no atendimento de adultos e crianças.  

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