Cabelo liso: paixão nacional

Cabelo liso: paixão nacional

Atualizado: Sexta-feira, 8 Outubro de 2010 as 11:10

Tudo o que você precisa saber para conquistar um visual lisinho, comportado, brilhante... irresistível!

A moda bem que tenta levar para as passarelas e a tevê o cabelo cacheado, crespo, ondulado. Mas é difícil, para as mulheres, resistir à atração que os fios retos, disciplinados e com volume controlado exercem. Para a brasileira, o liso é considerado símbolo de status, de sensualidade e sinônimo de bem tratado. Os profissionais que atuam diretamente nesse universo constatam essa realidade no dia a dia. "Quanto mais rebelde é o cabelo, mais a mulher sonha com fios esticadinhos, pois acredita que ficará com um ar mais elegante. De fato, um cabelo liso exibe melhor a cor, o corte, as luzes", diz Wanderley Nunes, do Studio W, em São Paulo. As empresas de cosméticos também conhecem a importância desse sonho, que aparece em qualquer faixa etária. Segundo dados da L’Oréal Professionnel, entre as donas de ondulados ou crespos, a preferência pelo liso corresponde a cerca de 45%. O motivo? Ganhar mais uma arma de autoconfiança e sedução.

A polêmica do formol

Escova progressiva, japonesa, de chocolate, alisamento, relaxamento... São muitas as denominações para métodos que têm um objetivo em comum: alisar o cabelo. Alguns agem por meio de substâncias relaxantes e alisantes, que alteram a estrutura capilar, como o tioglicolato de amônia, o hidróxido de guanidina e o hidróxido de sódio. Outros usam o formol (formaldeído ou similiares), cuja ação é formar uma película que "encapa" o fio, dando a ele uma aparência mais lisa e assentada. "O resultado parece ótimo, o cabelo se mostra saudável, brilhante. No entanto, o formol destrói o fio silenciosamente", alerta Sheila Bellotti, especialista em estética capilar do Rio de Janeiro.

Sheila Bellotti fala com base em dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa). De acordo com o órgão, o formol, quando utilizado em quantidade superior à prevista em lei (0,2%), assim como o glutaraldeído (ou glutaral), pode causar inúmeros problemas decorrentes do contato direto com a pele ou com o vapor produzido durante o processo. É bom esclarecer que muitos produtos são formulados com essa substância e considerados aptos para o uso. O problema está na adição do formol manualmente a um produto industrializado, com o objetivo de obter um resultado mais intenso. Isso, em geral, é feito pelo próprio cabeleireiro. "Infelizmente, alguns profissionais vendem o sonho do visual perfeito e usam artifícios proibidos para cumprir a promessa", declara a especialista. No entanto, há uma pergunta que não quer calar: se o formol é tão prejudicial, porque dá um resultado bacana? "Não há como negar que o efeito é bom. Ele funciona como um laminado fechando as cutículas do fio, produzindo o efeito liso e o brilho. Enquanto o efeito durar, ele deixará o cabelo bonito, porém impedirá a passagem de ativos de tratamento. Há um desgaste e perda da massa capilar, o que deixa o cabelo fininho e ralo. Por isso, quem tinha uma vasta cabeleira pode estar hoje clamando por mais alguns fios, mortos para sempre pelo uso do formol", alerta a especialista.

Tudo o que você precisa saber para conquistar um visual lisinho, comportado, brilhante... irresistível!

A moda bem que tenta levar para as passarelas e a tevê o cabelo cacheado, crespo, ondulado. Mas é difícil, para as mulheres, resistir à atração que os fios retos, disciplinados e com volume controlado exercem. Para a brasileira, o liso é considerado símbolo de status, de sensualidade e sinônimo de bem tratado. Os profissionais que atuam diretamente nesse universo constatam essa realidade no dia a dia. "Quanto mais rebelde é o cabelo, mais a mulher sonha com fios esticadinhos, pois acredita que ficará com um ar mais elegante. De fato, um cabelo liso exibe melhor a cor, o corte, as luzes", diz Wanderley Nunes, do Studio W, em São Paulo. As empresas de cosméticos também conhecem a importância desse sonho, que aparece em qualquer faixa etária. Segundo dados da L’Oréal Professionnel, entre as donas de ondulados ou crespos, a preferência pelo liso corresponde a cerca de 45%. O motivo? Ganhar mais uma arma de autoconfiança e sedução.

A polêmica do formol

Escova progressiva, japonesa, de chocolate, alisamento, relaxamento... São muitas as denominações para métodos que têm um objetivo em comum: alisar o cabelo. Alguns agem por meio de substâncias relaxantes e alisantes, que alteram a estrutura capilar, como o tioglicolato de amônia, o hidróxido de guanidina e o hidróxido de sódio. Outros usam o formol (formaldeído ou similiares), cuja ação é formar uma película que "encapa" o fio, dando a ele uma aparência mais lisa e assentada. "O resultado parece ótimo, o cabelo se mostra saudável, brilhante. No entanto, o formol destrói o fio silenciosamente", alerta Sheila Bellotti, especialista em estética capilar do Rio de Janeiro.

Sheila Bellotti fala com base em dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa). De acordo com o órgão, o formol, quando utilizado em quantidade superior à prevista em lei (0,2%), assim como o glutaraldeído (ou glutaral), pode causar inúmeros problemas decorrentes do contato direto com a pele ou com o vapor produzido durante o processo. É bom esclarecer que muitos produtos são formulados com essa substância e considerados aptos para o uso. O problema está na adição do formol manualmente a um produto industrializado, com o objetivo de obter um resultado mais intenso. Isso, em geral, é feito pelo próprio cabeleireiro. "Infelizmente, alguns profissionais vendem o sonho do visual perfeito e usam artifícios proibidos para cumprir a promessa", declara a especialista. No entanto, há uma pergunta que não quer calar: se o formol é tão prejudicial, porque dá um resultado bacana? "Não há como negar que o efeito é bom. Ele funciona como um laminado fechando as cutículas do fio, produzindo o efeito liso e o brilho. Enquanto o efeito durar, ele deixará o cabelo bonito, porém impedirá a passagem de ativos de tratamento. Há um desgaste e perda da massa capilar, o que deixa o cabelo fininho e ralo. Por isso, quem tinha uma vasta cabeleira pode estar hoje clamando por mais alguns fios, mortos para sempre pelo uso do formol", alerta a especialista.

Tudo o que você precisa saber para conquistar um visual lisinho, comportado, brilhante... irresistível!

A moda bem que tenta levar para as passarelas e a tevê o cabelo cacheado, crespo, ondulado. Mas é difícil, para as mulheres, resistir à atração que os fios retos, disciplinados e com volume controlado exercem. Para a brasileira, o liso é considerado símbolo de status, de sensualidade e sinônimo de bem tratado. Os profissionais que atuam diretamente nesse universo constatam essa realidade no dia a dia. "Quanto mais rebelde é o cabelo, mais a mulher sonha com fios esticadinhos, pois acredita que ficará com um ar mais elegante. De fato, um cabelo liso exibe melhor a cor, o corte, as luzes", diz Wanderley Nunes, do Studio W, em São Paulo. As empresas de cosméticos também conhecem a importância desse sonho, que aparece em qualquer faixa etária. Segundo dados da L’Oréal Professionnel, entre as donas de ondulados ou crespos, a preferência pelo liso corresponde a cerca de 45%. O motivo? Ganhar mais uma arma de autoconfiança e sedução.

A polêmica do formol

Escova progressiva, japonesa, de chocolate, alisamento, relaxamento... São muitas as denominações para métodos que têm um objetivo em comum: alisar o cabelo. Alguns agem por meio de substâncias relaxantes e alisantes, que alteram a estrutura capilar, como o tioglicolato de amônia, o hidróxido de guanidina e o hidróxido de sódio. Outros usam o formol (formaldeído ou similiares), cuja ação é formar uma película que "encapa" o fio, dando a ele uma aparência mais lisa e assentada. "O resultado parece ótimo, o cabelo se mostra saudável, brilhante. No entanto, o formol destrói o fio silenciosamente", alerta Sheila Bellotti, especialista em estética capilar do Rio de Janeiro.

Sheila Bellotti fala com base em dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa). De acordo com o órgão, o formol, quando utilizado em quantidade superior à prevista em lei (0,2%), assim como o glutaraldeído (ou glutaral), pode causar inúmeros problemas decorrentes do contato direto com a pele ou com o vapor produzido durante o processo. É bom esclarecer que muitos produtos são formulados com essa substância e considerados aptos para o uso. O problema está na adição do formol manualmente a um produto industrializado, com o objetivo de obter um resultado mais intenso. Isso, em geral, é feito pelo próprio cabeleireiro. "Infelizmente, alguns profissionais vendem o sonho do visual perfeito e usam artifícios proibidos para cumprir a promessa", declara a especialista. No entanto, há uma pergunta que não quer calar: se o formol é tão prejudicial, porque dá um resultado bacana? "Não há como negar que o efeito é bom. Ele funciona como um laminado fechando as cutículas do fio, produzindo o efeito liso e o brilho. Enquanto o efeito durar, ele deixará o cabelo bonito, porém impedirá a passagem de ativos de tratamento. Há um desgaste e perda da massa capilar, o que deixa o cabelo fininho e ralo. Por isso, quem tinha uma vasta cabeleira pode estar hoje clamando por mais alguns fios, mortos para sempre pelo uso do formol", alerta a especialista.

Tudo o que você precisa saber para conquistar um visual lisinho, comportado, brilhante... irresistível!

A moda bem que tenta levar para as passarelas e a tevê o cabelo cacheado, crespo, ondulado. Mas é difícil, para as mulheres, resistir à atração que os fios retos, disciplinados e com volume controlado exercem. Para a brasileira, o liso é considerado símbolo de status, de sensualidade e sinônimo de bem tratado. Os profissionais que atuam diretamente nesse universo constatam essa realidade no dia a dia. "Quanto mais rebelde é o cabelo, mais a mulher sonha com fios esticadinhos, pois acredita que ficará com um ar mais elegante. De fato, um cabelo liso exibe melhor a cor, o corte, as luzes", diz Wanderley Nunes, do Studio W, em São Paulo. As empresas de cosméticos também conhecem a importância desse sonho, que aparece em qualquer faixa etária. Segundo dados da L’Oréal Professionnel, entre as donas de ondulados ou crespos, a preferência pelo liso corresponde a cerca de 45%. O motivo? Ganhar mais uma arma de autoconfiança e sedução.

A polêmica do formol

Escova progressiva, japonesa, de chocolate, alisamento, relaxamento... São muitas as denominações para métodos que têm um objetivo em comum: alisar o cabelo. Alguns agem por meio de substâncias relaxantes e alisantes, que alteram a estrutura capilar, como o tioglicolato de amônia, o hidróxido de guanidina e o hidróxido de sódio. Outros usam o formol (formaldeído ou similiares), cuja ação é formar uma película que "encapa" o fio, dando a ele uma aparência mais lisa e assentada. "O resultado parece ótimo, o cabelo se mostra saudável, brilhante. No entanto, o formol destrói o fio silenciosamente", alerta Sheila Bellotti, especialista em estética capilar do Rio de Janeiro.

Sheila Bellotti fala com base em dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa). De acordo com o órgão, o formol, quando utilizado em quantidade superior à prevista em lei (0,2%), assim como o glutaraldeído (ou glutaral), pode causar inúmeros problemas decorrentes do contato direto com a pele ou com o vapor produzido durante o processo. É bom esclarecer que muitos produtos são formulados com essa substância e considerados aptos para o uso. O problema está na adição do formol manualmente a um produto industrializado, com o objetivo de obter um resultado mais intenso. Isso, em geral, é feito pelo próprio cabeleireiro. "Infelizmente, alguns profissionais vendem o sonho do visual perfeito e usam artifícios proibidos para cumprir a promessa", declara a especialista. No entanto, há uma pergunta que não quer calar: se o formol é tão prejudicial, porque dá um resultado bacana? "Não há como negar que o efeito é bom. Ele funciona como um laminado fechando as cutículas do fio, produzindo o efeito liso e o brilho. Enquanto o efeito durar, ele deixará o cabelo bonito, porém impedirá a passagem de ativos de tratamento. Há um desgaste e perda da massa capilar, o que deixa o cabelo fininho e ralo. Por isso, quem tinha uma vasta cabeleira pode estar hoje clamando por mais alguns fios, mortos para sempre pelo uso do formol", alerta a especialista.

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