Conheça a depilação que usa a luz para "queimar" os pelos

Conheça a depilação que usa a luz para "queimar" os pelos

Atualizado: Quinta-feira, 22 Setembro de 2011 as 1:21

A três meses do início do verão, a fotodepilação é uma das grandes apostas do setor da beleza nesta temporada. As atrações parecem ir de encontro com o sonho de quem vive a base de ceras e giletes, mas não tem grana ou coragem para enfrentar o laser.

Além de custar bem menos que o método tradicional – os valores giram em torno de R$ 55 a R$ 70 a sessão por área – a novidade é praticamente indolor e promete aposentar de vez a depilação tradicional. Ficou interessada? Bom, a gente também. Mas atenção: não é pra todo mundo e tem os seus prós e contras como todo o tratamento de beleza.

A base da fotodepilação está nos aparelhos de luz pulsada que promovem o enfraquecimento dos pelos ao longo das aplicações. Ou seja, o pelo não morre, apenas fica mais fraco, o que prolonga o efeito da "pele lisinha", segundo Roberta Almeida, gerente de marketing da D´pil.

- Na primeira sessão a pessoa pode sair ainda com pelos, já que a luz não é focada para uma região somente, como é no caso do laser. O pelo fica com um aspecto de queimado, mais fraco, o que pode fazer que logo depois da primeira sessão ele demore mais para nascer.

Como o método é mais suave que o laser, as clínicas de estética podem operar as máquinas somente com esteticistas. No entanto, dermatologistas ouvidos pelos R7 afirmam que a avaliação médica antes de iniciar o tratamento, mesmo a sessão teste, é fundamental.

Segundo a dermatologista Dr. Mônica Aribi, membro da Sociedade Brasileira do Laser, o médico é a pessoa mais indicada para avaliar a pele do paciente para definir o grau de energia a ser utilizada na sessão.

- É necessária a avaliação para evitar queimaduras, no caso de uma luz muito intensa sobre um pele sensível. O risco de queimaduras de terceiro grau é muito grande e, em alguns casos, o paciente pode nunca mais ter de volta a cor da pele original.

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