Cremes anti-idade: quando é a hora certa para usá-los?

Cremes anti-idade: quando é a hora certa para usá-los?

Atualizado: Quinta-feira, 30 Setembro de 2010 as 4:37

Depois de uma certa idade é fato, o must have das mulheres são os cremes anti-idade, aqueles que combatem rugas e sinais que o tempo cisma em deixar nos nossos rostos. Também não é para menos, a produção de colágeno diminui com o passar dos anos e também há queda de hormônio. Tudo isso contribui para que esses sinais apareçam e se acentuem dependendo do tempo e da falta de cuidados. Mas uma dúvida é muito comum quando o assunto é cuidar da pele e usar os famosos anti-aging: com que idade devemos começar?

De acordo com a dermatologista Fabiana Simões Pietro, não há idade certa para começar a cuidar da pele. Vamos ser mais claros e precisos. A verdade é que após os 18 anos, já começamos a produzir quantidades levemente menores de colágeno (em torno de 1% menos a cada ano). A especialista explica ainda que este número muda com a entrada no processo de menopausa, em que os hormônios responsáveis pelo processo de hidratação e produção de fibras de sustentação caem. Como agir diante desses fatos?

É recomendável o uso de hidratantes já a partir dos 15 anos. "Quem hidrata, repõe vitaminas e utiliza antioxidantes desde cedo, terá uma qualidade maior dos constituintes que já estão no processo de diminuição de concentração. O uso desses ativos a partir dos 15 anos serve para preservar os constituintes naturais da pele", afirma. Além de bons hidratantes, é interessante o uso de filtros solares, de preferência os que contém antioxidantes em suas formulações.

Mas é a partir dos 30 anos que as mulheres que fazem questão de uma pele sempre jovem devem começar a usar ácidos noturnos, que tem a função de estimular a produção de colágeno e elastina. Já a partir dos 40 anos, o ideal é aumentar a potência dos hidratantes, introduzindo neurocosméticos, que são substâncias que atuam na rede nervosa da pele, matendo o tônus e aprimorando o viço.

Tratamentos

Os produtos anti-idade que contenham ácido em sua formulação tem a função de induzir a produção de fibras e células na pele. Mas para aquelas que querem potencializar esse efeito, o jeito é apelar para tratamentos. "A maioria dos ativos tem uma ação superficial na pele, mas não bloqueiam o processo total de envelhecimento", diz a dermatologista.

Portanto, a especialista indica que a partir dos 30 anos, para realmente se atuar na "limpeza" dos sinais do tempo, é interessante pensar em Lasers, Peelings e Intradermoterapia, que agem na estrutura, como um indutor. Isso para que lá na frente, após 20, 30 anos, esta pele mantenha os mesmos gradientes celulares e de constituintes do que quando jovem.

Sabemos que já a partir dos 30 anos, para realmente se atuar na "limpeza" dos sinais do tempo, faz-se necessário pensar em Lasers, Peelings, Intradermoterapia etc., para que, lá na frente apos 20, 30 anos, esta pele mantenha os mesmos gradientes celulares e de constituintes do que quando jovem.

Depois de uma certa idade é fato, o must have das mulheres são os cremes anti-idade, aqueles que combatem rugas e sinais que o tempo cisma em deixar nos nossos rostos. Também não é para menos, a produção de colágeno diminui com o passar dos anos e também há queda de hormônio. Tudo isso contribui para que esses sinais apareçam e se acentuem dependendo do tempo e da falta de cuidados. Mas uma dúvida é muito comum quando o assunto é cuidar da pele e usar os famosos anti-aging: com que idade devemos começar?

De acordo com a dermatologista Fabiana Simões Pietro, não há idade certa para começar a cuidar da pele. Vamos ser mais claros e precisos. A verdade é que após os 18 anos, já começamos a produzir quantidades levemente menores de colágeno (em torno de 1% menos a cada ano). A especialista explica ainda que este número muda com a entrada no processo de menopausa, em que os hormônios responsáveis pelo processo de hidratação e produção de fibras de sustentação caem. Como agir diante desses fatos?

É recomendável o uso de hidratantes já a partir dos 15 anos. "Quem hidrata, repõe vitaminas e utiliza antioxidantes desde cedo, terá uma qualidade maior dos constituintes que já estão no processo de diminuição de concentração. O uso desses ativos a partir dos 15 anos serve para preservar os constituintes naturais da pele", afirma. Além de bons hidratantes, é interessante o uso de filtros solares, de preferência os que contém antioxidantes em suas formulações.

Mas é a partir dos 30 anos que as mulheres que fazem questão de uma pele sempre jovem devem começar a usar ácidos noturnos, que tem a função de estimular a produção de colágeno e elastina. Já a partir dos 40 anos, o ideal é aumentar a potência dos hidratantes, introduzindo neurocosméticos, que são substâncias que atuam na rede nervosa da pele, matendo o tônus e aprimorando o viço.

Tratamentos

Os produtos anti-idade que contenham ácido em sua formulação tem a função de induzir a produção de fibras e células na pele. Mas para aquelas que querem potencializar esse efeito, o jeito é apelar para tratamentos. "A maioria dos ativos tem uma ação superficial na pele, mas não bloqueiam o processo total de envelhecimento", diz a dermatologista.

Portanto, a especialista indica que a partir dos 30 anos, para realmente se atuar na "limpeza" dos sinais do tempo, é interessante pensar em Lasers, Peelings e Intradermoterapia, que agem na estrutura, como um indutor. Isso para que lá na frente, após 20, 30 anos, esta pele mantenha os mesmos gradientes celulares e de constituintes do que quando jovem.

Sabemos que já a partir dos 30 anos, para realmente se atuar na "limpeza" dos sinais do tempo, faz-se necessário pensar em Lasers, Peelings, Intradermoterapia etc., para que, lá na frente apos 20, 30 anos, esta pele mantenha os mesmos gradientes celulares e de constituintes do que quando jovem.

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