
Mania de comer cabelos pode ser hereditaria
Um novo estudo sugere que mutações em um no gene específico, chamado SLITKR1, podem estar relacionadas ao aparecimento da tricotilomania, ou mania de ingerir fios de cabelo, em algumas famílias. Este distúrbio mental leva as pessoas a arrancarem os seus cabelos, de maneira compulsiva, resultando em áreas de calvície.
Investigadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, disseram em seu estudo, que as mutações genéticas ocorrem em apenas uma parte dos casos de tricotilomania, porém os achados podem ajudar a melhor compreender este distúrbio pouco freqüente.
A tricotilomania afeta entre 3 e 5% da população. O distúrbio pode ser acompanhado por outras doenças mentais tais como ansiedade, depressão e desordem obsessiva compulsiva. No estudo, publicado na revista Molecular Psychiatry , foram avaliadas 44 famílias, nas quais um ou mais membros apresentavam o quadro da tricotilomania. A pesquisa demonstrou que 2 mutações no gene SLITKR1 foram encontradas entre membros de famílias que apresentavam os distúrbios, porém não foram encontradas em membros de famílias não afetadas.
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