Pintas: as suas são do bem ou do mal?

Pintas: as suas são do bem ou do mal?

Atualizado: Quinta-feira, 7 Janeiro de 2010 as 12

Quem é que não gosta de curtir uma piscina ou uma praia? E o principal responsável por esse prazer todo é o sol. Afinal, chuva ou tempo nublado definitivamente não combinam com praia! O problema é que a maioria das pessoas quer aproveitar todos os segundos dessa estação maravilhosa do ano. Como resultado, se expõe demais ao sol, esquece de passar protetor (ou passa, mas não retoca) e as conseqüências, todos nós sabemos: problemas de pele, queimadura solar e até mesmo câncer, como as pintas ou melanomas. Se você se encaixa nesse perfil, saiba como diferenciar as pintas "saudáveis" das malignas e o que fazer nesse caso.

Segundo a dermatologista Mônica Carvalho, as pintas malignas são os cânceres de pele mais temidos e são conseqüência de uma predisposição genética aliada a uma exposição ao sol exagerada.

Na verdade, geralmente as pessoas têm entre 20 e 40 pintas, mas há como desconfiar se as suas pintas são as "do mal". "No caso de pintas que estão crescendo muito rápido, mudando de cor e são maiores que 0,5 centímetro devem ser examinadas", explica a médica, que ainda diz que o correto é fazer uma avaliação anual com dermatologista que faz dermatoscopia (estudo detalhado das pintas do corpo, feito com fotos e lentes de aumento especiais).

A especialista aconselha também como as pessoas podem evitar as pintas malignas e que as "do bem" se tornem "do mal". "As pessoas devem evitar exposição exagerada ao sol, sem protetor solar, entre 10h e 16h, além de fazer acompanhamento com dermatologista regularmente. Também é importante não traumatizar as pintas para não haver transformação", explica.

Portanto, não se esqueça as recomendações da dermatologista e se suas pintas apresentarem características de pintas malignas procure um médico o mais rápido possível, afinal se for retirada bem no início, a pessoa com certeza estará curada. Mas como sempre, é muuuuito melhor prevenir do que remediar, "o ideal é fazer consultas regulares e evitar a exposição exagerada ou incorreta ao sol", completa Mônica.

por Tamirys Collis

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