Seis novidades para turbinar os seios e encarar o biquíni com estilo

Seis novidades para turbinar os seios e encarar o biquíni com estilo

Atualizado: Quarta-feira, 8 Dezembro de 2010 as 9:45

Nossos seios só crescem de forma natural em quatro situações: na puberdade, na TPM (por poucos dias, é verdade), na amamentação ou se você ganhar muito peso. Por isso, a busca pelo par de seios perfeito nos consultórios continua sendo a melhor saída para quem quer conquistar um decote mais farto. A colocação de prótese nas mamas é a cirurgia plástica mais procurada no Brasil. Em 2008, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, mais de 150 mil mulheres aumentaram o número do sutiã.

Se turbinar sua comissão de frente está nos seus planos, a revista NOVA traz uma seleção de novidades em medicina estética que chegaram ao mercado - e a maioria sem bisturi. Confira:

Laser que enche o peito

A técnica já faz sucesso nos Estados Unidos e promete conquistar também a Europa. Trata-se de uma luz pulsada intensa (a mesma utilizada para tratar manchas) que ajuda a turbinar e a firmar os seios. Como? O laser age na produção local de estrógeno, hormônio responsável por criar o tecido que preenche as mamas e pelo crescimento delas na puberdade, na gravidez e na TPM. O aparelho emite um comprimento de onda que estimula o corpo a produzir mais estrógeno que vai agir na região.

O processo aumenta a microcirculação e engrossa o tecido conjuntivo, gerando sensação de inchaço. Porém, não é possível afirmar que os resultados sejam definitivos, já que o efeito do hormônio, assim como nos ciclos naturais do organismo, passa depois de certo tempo.

Efeito "boom" com cremes

Quem quer se manter longe do bisturi pode apelar para os cremes que prometem efeito lifting e leve aumento dos seios. O Boost Serum, da Talika, traz extrato de casca de mukul. O ativo favorece o armazenamento local de triglicerídeos. Sim, de gordura! E, como o tecido da mama é adiposo, o sérum faz com que mais moléculas de gordura se acumulem na região, causando o aumento dos seios. O mesmo princípio vale para o Boob Job, da Rodial, que está abalando as inglesas (Scarlett Johansson estaria entre suas fãs).

Feito à base de um fitoesterol natural, derivado de uma raiz africana, o produto direcionaria a gordura ingerida durante as refeições para a área onde foi aplicado, garantindo um aumento dos seios, de até 8%, em 56 dias. Tem ainda o Voluform, princípio ativo que acaba de chegar da França, que reverte o processo de envelhecimento dos adipócitos - células que armazenam gordura -, aumentando os seios em até 2 centímetros em 28 dias de uso contínuo. O produto já foi liberado pela Anvisa.

"O Voluform, lançado em abril, em Paris, age como um redutor de rugas volumizador e desintoxicante, além de firmar", conta a dermatologista Mônica Linhares, do Espaço Saúde Rio, no Rio de Janeiro. E já é possível incluir o elixir em cremes manipulados por aqui.

Sutiã cinderela

Está à venda, na Inglaterra, uma lingerie que aumenta os seios. O bojo, desenvolvido pela empresa eslovena Lisca, contém espuma sensível ao calor. Quando a temperatura do corpo sobe, como nos momentos de excitação (vale até estar pensando em uma cena quente com Javier Barden), o material dilata e empurra as mamas para cima, deixando as aparentemente maiores. O problema é que, quando você esfriar, a espuma se contrai e o busto volta ao normal.

Injeção de volume

Não tem medo de picadinhas? Pois então existe a possibilidade de turbinar o decote com macropartículas de ácido hialurônico. Com anestesia local, cada mama pode receber de 80 a 270 mililitros da substância por um corte mínimo, de 2 a 3 milímetros. O efeito dura, em média, quatro anos. Então, o material é absorvido pelo organismo. "O produto existe no Brasil, e na Europa é muito usado para esse fim", conta o dermatologista Adilson Costa, de São Paulo. Cada ampola tem 10 mililitros e o preço da aplicação custa, em média, R$ 1,5 mil.

Nanoprótese

Um estudo publicado na revista Eplasty Journal of Plastic Surgery aponta a nanotecnologia como provável solução para a contratura capsular, problema que, em 40% dos casos, exige a troca da prótese. Os cientistas ingleses descobriram que, dependendo da estrutura microscópica do implante, existe a possibilidade de interação entre suas moléculas e os fibroblastos das células.

"Essa relação pode diminuir o excesso de produção de colágeno, combatendo a contratura capsular", diz o cirurgião plástico Alexandre Mendonça Munhoz, da Universidade de São Paulo.

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