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Saúde

Aparelho invisível é tendência entre os famosos

Fonte: guiame.com.brAtualizado: sábado, 31 de maio de 2014 09:01
aparelho invisível
aparelho invisível

Quem usa aparelho, sabe que o tratamento não nada é fácil. Uma vez ao mês, é necessário ir ao dentista para realizar a manutenção e os sintomas logo após, não são nada agradáveis, oq ue varia de pessoa para pessoa. Para quem se preocupa com a estética, opta pelo aparelho transparente, onde os valores diferenciam, mas pode sorrir normalmente que o aparelho não ficará marcado.

Entre os famosos que optaram pelo Invisalign estão o jogador Neymar, Adriane Galisteu e Grazi Massafera, que trabalham com a imagem, já o aparelho proporciona esse conforto. O Invisalign é um aparelho que consiste em uma série de alinhadores removíveis, feitos com material à base de acetato altamente maleável e translúcido. O tratamento começa com a moldagem dos dentes do paciente e depois tudo é feito de modo virtual, passando por uma tomografia computadorizada que dará origem a um modelo digital tridimensional dos dentes. Os alinhadores são fabricados em cima desses modelos, o que faz com que a precisão do tratamento ser extrema.

Sobre as vatangens desse método, ele não serve para todos os casos, apresenta uma série de vantagens estéticas e em relação ao conforto, uma vez que é mais arredondado e sem pontas. A higienização também é mais prática, pois é possível removê-los para comer e escovar os dentes. Isso também é um atrativo para os dias de festa em que pode-se optar por deixar o aparelho em casa.

“É exatamente por isso que as celebridades estão procurando muito por esse aparelho. Eles vivem da imagem deles e com o Invisalign eles podem tratar os dentes sem comprometer seus papéis ou qualquer outro tipo de compromisso de suas agendas”, diz Eduardo Rothier, ortodontista membro do grupo de estudos Premier Smile que trata de atrizes como Agatha Moreira, Fernanda Paes Leme e Emanuelle Araújo.

O Invisalign só tem dois pontos negativos: é um pouco mais caro que um aparelho fixo comum e depende de total colaboração do paciente. “Nessa de ficar tirando toda hora, se o paciente não usar com certa freqüência, não vai funcionar”, diz Eduardo.

 

Com informações de: Terra

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