Atendimento médico ruim encurta vidas nos EUA, diz estudo

Atendimento médico ruim encurta vidas nos EUA, diz estudo

Atualizado: Sexta-feira, 8 Outubro de 2010 as 9:53

Expectativa de vida no país é menor que em outras nações desenvolvidas. Pesquisa foi desenvolvida pela Universidade Columbia, em Nova York.

Os norte-americanos morrem mais cedo do que em vários outros países desenvolvidos, e a culpa não é dos suspeitos de sempre - obesidade, acidentes de trânsito e homicídios -, segundo um estudo da Universidade Columbia, de Nova York, divulgado nesta quinta-feira (7). O mau atendimento médico é o novo responsável.

De acordo com o estudo, publicado na revista Health Affairs, a taxa de sobrevivência ao longo de 15 anos para homens e mulheres com idades de 45 a 65 anos caiu nos Estados Unidos nas últimas três décadas, em comparação com outros 12 países desenvolvidos.

Peter Muennig, coordenador da pesquisa, disse que fatores como obesidade, tabagismo, acidentes de trânsito e homicídios foram levados em conta, "mas o que realmente nos surpreendeu é que os suspeitos de sempre não são os culpados".

"Falhas no sistema de saúde dos EUA, como o atendimento caro, especializado e fragmentado, devem ter um grande papel nesse desempenho relativamente ruim na melhoria da expectativa de vida", disse o pesquisador.

Expectativa de vida no país é menor que em outras nações desenvolvidas. Pesquisa foi desenvolvida pela Universidade Columbia, em Nova York.

Os norte-americanos morrem mais cedo do que em vários outros países desenvolvidos, e a culpa não é dos suspeitos de sempre - obesidade, acidentes de trânsito e homicídios -, segundo um estudo da Universidade Columbia, de Nova York, divulgado nesta quinta-feira (7). O mau atendimento médico é o novo responsável.

De acordo com o estudo, publicado na revista Health Affairs, a taxa de sobrevivência ao longo de 15 anos para homens e mulheres com idades de 45 a 65 anos caiu nos Estados Unidos nas últimas três décadas, em comparação com outros 12 países desenvolvidos.

Peter Muennig, coordenador da pesquisa, disse que fatores como obesidade, tabagismo, acidentes de trânsito e homicídios foram levados em conta, "mas o que realmente nos surpreendeu é que os suspeitos de sempre não são os culpados".

"Falhas no sistema de saúde dos EUA, como o atendimento caro, especializado e fragmentado, devem ter um grande papel nesse desempenho relativamente ruim na melhoria da expectativa de vida", disse o pesquisador.

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