Casal Dolabella coleta células-tronco do filho recém-nascido, no Rio

Casal Dolabella coleta células-tronco do filho recém-nascido, no Rio

Atualizado: Sábado, 12 Dezembro de 2009 as 12

Viviane Sarahyba e Dado Dolabella se emocionaram com a chegada de João Valentim, às 12h49 do dia 10 de dezembro. O bebê nasceu na Perinatal da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com 51,5 cm e 3,660 Kg. De olho no futuro, o casal escolheu especialistas do Centro de Criogenia Brasil - CCB, um dos bancos mais modernos do país, para fazer a coleta de células-tronco e armazená-las.

Como funciona a coleta?

No parto, o sangue contido no cordão umbilical é transferido para uma bolsa coletora, sem qualquer risco à saúde da mãe e do bebê e sem interferência nos procedimentos obstétricos. Esse é o melhor momento para se obter células-tronco e o único que pode ser feito de modo não invasivo. ?Consideradas novas, essas células-tronco não passaram por nenhuma exposição a vírus ou algo que possa deteriorá-las, assim, tendo maior credibilidade e eficiência?, afirma Dr. Carlos Alexandre Ayoub, direotr do Centro de Criogenia Brasil - CCB.

O sangue coletado é processado e as células-tronco são selecionadas. Em seguida inicia-se o processo de criopreservação que é uma tecnologia programada, através de equipamentos de última geração, para evitar perda das células-tronco. O armazenamento dessas células é feito em contêineres com nitrogênio líquido a ?196°C. Uma Linha de Abastecimento Remoto (LAR) mantém constante o nível de nitrogênio nesses contêineres, evitando assim qualquer variação de temperatura nas células. Esse processo de criogenia com o nitrogênio líquido permite o armazenamento das células tronco por tempo indeterminado.

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