Cientistas dizem que remédio de combate ao câncer,pode curar Alzheimer

Remédio no combate ao câncer pode curar o Mal de Alzheimer

Atualizado: Segunda-feira, 27 Maio de 2013 as 2:25

 

Uma equipe de quatro cientistas independentes, chegaram a conclusão de que, o remédio usado no combate ao câncer, pode reduzir placa amilóide no cérebro e contribuir para a cura do Mal de Alzheimer. A certeza veio logo após
os testes realizados em ratos, na qual obtiveram sucesso. Os responsáveis advertem que é necessário ter cautela sobre os efeitos do tratamento.A pesquisa foi publicada na revista norte-americana, Sciense.
 
A substância contida no medicamento, o bexaroteno demonstravam mais rapidez e inteligência e que a placa no cérebro, que causava o Mal de Alzheimer, começava a desaparecer em horas. "Queríamos repetir o estudo para verificar o que pode ser analisado e conseguimos fazê-lo", disse o professor de neurologia da  Universidade da Flórida, David Borchelt. “Mas é preciso ter certa cautela sobre o futuro no que se refere aos pacientes”, alertou.
 
Foi observado pelos cientistas que o medicamento funcionava incrementando os níveis da proteína apolipoproteína E (ApoE), que ajuda a eliminar a acumulação da placa amilóide no cérebro, uma característica considerada chave do Alzheimer.
 
O autor principal do estudo, Gary Landreth, professor no Departamento de Neurociências da Case Western Reserve University School of Medicine, não escondeu a surpresa. “Ficamos surpresos e assombrados. Isso jamais havia sido visto antes”, ressaltou.
 
Os cientistas se dividiram em quatro grupos distintos para analisar os efeitos da aplicação do medicamento nos ratos. Um grupo notou avanços mentais nos animais. O Mal de Alzheimer é uma doença neurológica progressiva e incurável, que se manifesta geralmente com a perda da memória e de outras capacidades mentais, com o surgimento da demência até a morte.
 
De acordo com especialistas, a doença se desenvolve atacando as células nervosas (neuronas), que morrem, e as diferentes zonas do cérebro se atrofiam. A doença afeta 36 milhões de pessoas no mundo.
 
 
 
Com informações de: EBC

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