Conheça um novo tratamento de fertilização, eficiente e mais barato

Conheça um novo tratamento de fertilização, eficiente e mais barato

Atualizado: Quinta-feira, 7 Outubro de 2010 as 9:01

No dia 4 de outubro o britânico Robert Edwards, de 85 anos, foi premiado com o Prêmio Nobel de Medicina. Edwards é considerado o "pai da fertilização in vitro". O comunicado do Comitê Nobel dizia: "Suas descobertas tornaram possível o tratamento da esterilidade que afeta uma grande parcela da humanidade e mais de 10% dos casais do mundo".

Como a medicina é uma ciência que evolui a cada dia que passa, uma nova alternativa de Fertilização in Vitro foi desenvolvida, o Mini-FIV (Mini – Fertilização In Vitro) que torna o procedimento mais simples, oferece um custo financeiro reduzido e resultados semelhantes à versão convencional. Baseia-se na hipótese já conhecida pela ciência que não mais do que dois a três óvulos em uma estimulação ovariana são suficientes para produzir embriões de boa qualidade. Esse procedimento utiliza uma Mínima Estimulação Ovariana (MEO) com comprimidos e pouca medicação injetável. Essa estimulação mais leve aproxima-se do planejamento da natureza que mensalmente procura selecionar os melhores óvulos.

As estimulações mais agressivas nas FIVs-Convencionais, que utilizam mais medicamentos, podem produzir um número maior de óvulos, porém de pior qualidade. Assim, formam embriões com chance menor de implantação, com um risco maior de abortos. Mini-FIV foi idealizado pelo médico japonês Osmau Kato, Diretor do Kato Ladies Clinic, em Tóquio, no Japão, registrado com o nome de "Mini-IVFTM" (Mini-In Vitro Fertilization) e introduzido nos Estados Unidos por John Zhang, do New Hope Fertility Center. Posteriormente, recebeu algumas modificações do professor Sherman Silber do St. Luke´s Hospital in St. Louis. Novas publicações demonstram a eficiência desta técnica como a edição de setembro da revista Fertility & Sterility que publicou dois trabalhos de John Zhang.: "Soft ovarian stimulation IVF (Mini –IVF) VS Conventional IVF: An economic perspective" e "Minimal ovarian stimulation (Mini-IVF) for IVF utilizing vitrification, and frozen single embryo transfer (SET)".

De acordo com o doutor Arnaldo Cambiaghi, especialista e diretor do Centro de Reprodução Humana do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) "é evidente que as pacientes que se interessam pelo tratamento de fertilização in vitro, procuram informações sobre a FIV-Convencional e se preocupam com a necessidade das injeções diárias, aumento de peso, retenção de líquido, inchaço abdominal, alto custo financeiro e gestação múltipla, entre outras possibilidades, efeitos estes causados pelos hormônios que recebem neste período". Essa nova estratégia realizada pelo instituto, porém, simplifica o tratamento, diminui o número de óvulos recrutados (mas de melhor qualidade), diminui o desconforto e os efeitos colaterais, reduz o custo financeiro e principalmente, mantém praticamente a mesma taxa de gravidez. Nas "mulheres maduras" (idade ao redor dos 40 anos) a taxa de gravidez pode ser superior a FIV-Convencional.

Além disso, esse tratamento é mais acessível a todas as mulheres, pois despesas com medicamento, por exemplo, são 30 a 40% menores que no método convencional.

Por Laelie Machado

Com informações do Centro de Reprodução Humana do IPGO

No dia 4 de outubro o britânico Robert Edwards, de 85 anos, foi premiado com o Prêmio Nobel de Medicina. Edwards é considerado o "pai da fertilização in vitro". O comunicado do Comitê Nobel dizia: "Suas descobertas tornaram possível o tratamento da esterilidade que afeta uma grande parcela da humanidade e mais de 10% dos casais do mundo".

Como a medicina é uma ciência que evolui a cada dia que passa, uma nova alternativa de Fertilização in Vitro foi desenvolvida, o Mini-FIV (Mini – Fertilização In Vitro) que torna o procedimento mais simples, oferece um custo financeiro reduzido e resultados semelhantes à versão convencional. Baseia-se na hipótese já conhecida pela ciência que não mais do que dois a três óvulos em uma estimulação ovariana são suficientes para produzir embriões de boa qualidade. Esse procedimento utiliza uma Mínima Estimulação Ovariana (MEO) com comprimidos e pouca medicação injetável. Essa estimulação mais leve aproxima-se do planejamento da natureza que mensalmente procura selecionar os melhores óvulos.

As estimulações mais agressivas nas FIVs-Convencionais, que utilizam mais medicamentos, podem produzir um número maior de óvulos, porém de pior qualidade. Assim, formam embriões com chance menor de implantação, com um risco maior de abortos. Mini-FIV foi idealizado pelo médico japonês Osmau Kato, Diretor do Kato Ladies Clinic, em Tóquio, no Japão, registrado com o nome de "Mini-IVFTM" (Mini-In Vitro Fertilization) e introduzido nos Estados Unidos por John Zhang, do New Hope Fertility Center. Posteriormente, recebeu algumas modificações do professor Sherman Silber do St. Luke´s Hospital in St. Louis. Novas publicações demonstram a eficiência desta técnica como a edição de setembro da revista Fertility & Sterility que publicou dois trabalhos de John Zhang.: "Soft ovarian stimulation IVF (Mini –IVF) VS Conventional IVF: An economic perspective" e "Minimal ovarian stimulation (Mini-IVF) for IVF utilizing vitrification, and frozen single embryo transfer (SET)".

De acordo com o doutor Arnaldo Cambiaghi, especialista e diretor do Centro de Reprodução Humana do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) "é evidente que as pacientes que se interessam pelo tratamento de fertilização in vitro, procuram informações sobre a FIV-Convencional e se preocupam com a necessidade das injeções diárias, aumento de peso, retenção de líquido, inchaço abdominal, alto custo financeiro e gestação múltipla, entre outras possibilidades, efeitos estes causados pelos hormônios que recebem neste período". Essa nova estratégia realizada pelo instituto, porém, simplifica o tratamento, diminui o número de óvulos recrutados (mas de melhor qualidade), diminui o desconforto e os efeitos colaterais, reduz o custo financeiro e principalmente, mantém praticamente a mesma taxa de gravidez. Nas "mulheres maduras" (idade ao redor dos 40 anos) a taxa de gravidez pode ser superior a FIV-Convencional.

Além disso, esse tratamento é mais acessível a todas as mulheres, pois despesas com medicamento, por exemplo, são 30 a 40% menores que no método convencional.

Por Laelie Machado

Com informações do Centro de Reprodução Humana do IPGO

No dia 4 de outubro o britânico Robert Edwards, de 85 anos, foi premiado com o Prêmio Nobel de Medicina. Edwards é considerado o "pai da fertilização in vitro". O comunicado do Comitê Nobel dizia: "Suas descobertas tornaram possível o tratamento da esterilidade que afeta uma grande parcela da humanidade e mais de 10% dos casais do mundo".

Como a medicina é uma ciência que evolui a cada dia que passa, uma nova alternativa de Fertilização in Vitro foi desenvolvida, o Mini-FIV (Mini – Fertilização In Vitro) que torna o procedimento mais simples, oferece um custo financeiro reduzido e resultados semelhantes à versão convencional. Baseia-se na hipótese já conhecida pela ciência que não mais do que dois a três óvulos em uma estimulação ovariana são suficientes para produzir embriões de boa qualidade. Esse procedimento utiliza uma Mínima Estimulação Ovariana (MEO) com comprimidos e pouca medicação injetável. Essa estimulação mais leve aproxima-se do planejamento da natureza que mensalmente procura selecionar os melhores óvulos.

As estimulações mais agressivas nas FIVs-Convencionais, que utilizam mais medicamentos, podem produzir um número maior de óvulos, porém de pior qualidade. Assim, formam embriões com chance menor de implantação, com um risco maior de abortos. Mini-FIV foi idealizado pelo médico japonês Osmau Kato, Diretor do Kato Ladies Clinic, em Tóquio, no Japão, registrado com o nome de "Mini-IVFTM" (Mini-In Vitro Fertilization) e introduzido nos Estados Unidos por John Zhang, do New Hope Fertility Center. Posteriormente, recebeu algumas modificações do professor Sherman Silber do St. Luke´s Hospital in St. Louis. Novas publicações demonstram a eficiência desta técnica como a edição de setembro da revista Fertility & Sterility que publicou dois trabalhos de John Zhang.: "Soft ovarian stimulation IVF (Mini –IVF) VS Conventional IVF: An economic perspective" e "Minimal ovarian stimulation (Mini-IVF) for IVF utilizing vitrification, and frozen single embryo transfer (SET)".

De acordo com o doutor Arnaldo Cambiaghi, especialista e diretor do Centro de Reprodução Humana do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) "é evidente que as pacientes que se interessam pelo tratamento de fertilização in vitro, procuram informações sobre a FIV-Convencional e se preocupam com a necessidade das injeções diárias, aumento de peso, retenção de líquido, inchaço abdominal, alto custo financeiro e gestação múltipla, entre outras possibilidades, efeitos estes causados pelos hormônios que recebem neste período". Essa nova estratégia realizada pelo instituto, porém, simplifica o tratamento, diminui o número de óvulos recrutados (mas de melhor qualidade), diminui o desconforto e os efeitos colaterais, reduz o custo financeiro e principalmente, mantém praticamente a mesma taxa de gravidez. Nas "mulheres maduras" (idade ao redor dos 40 anos) a taxa de gravidez pode ser superior a FIV-Convencional.

Além disso, esse tratamento é mais acessível a todas as mulheres, pois despesas com medicamento, por exemplo, são 30 a 40% menores que no método convencional.

Por Laelie Machado

Com informações do Centro de Reprodução Humana do IPGO

No dia 4 de outubro o britânico Robert Edwards, de 85 anos, foi premiado com o Prêmio Nobel de Medicina. Edwards é considerado o "pai da fertilização in vitro". O comunicado do Comitê Nobel dizia: "Suas descobertas tornaram possível o tratamento da esterilidade que afeta uma grande parcela da humanidade e mais de 10% dos casais do mundo".

Como a medicina é uma ciência que evolui a cada dia que passa, uma nova alternativa de Fertilização in Vitro foi desenvolvida, o Mini-FIV (Mini – Fertilização In Vitro) que torna o procedimento mais simples, oferece um custo financeiro reduzido e resultados semelhantes à versão convencional. Baseia-se na hipótese já conhecida pela ciência que não mais do que dois a três óvulos em uma estimulação ovariana são suficientes para produzir embriões de boa qualidade. Esse procedimento utiliza uma Mínima Estimulação Ovariana (MEO) com comprimidos e pouca medicação injetável. Essa estimulação mais leve aproxima-se do planejamento da natureza que mensalmente procura selecionar os melhores óvulos.

As estimulações mais agressivas nas FIVs-Convencionais, que utilizam mais medicamentos, podem produzir um número maior de óvulos, porém de pior qualidade. Assim, formam embriões com chance menor de implantação, com um risco maior de abortos. Mini-FIV foi idealizado pelo médico japonês Osmau Kato, Diretor do Kato Ladies Clinic, em Tóquio, no Japão, registrado com o nome de "Mini-IVFTM" (Mini-In Vitro Fertilization) e introduzido nos Estados Unidos por John Zhang, do New Hope Fertility Center. Posteriormente, recebeu algumas modificações do professor Sherman Silber do St. Luke´s Hospital in St. Louis. Novas publicações demonstram a eficiência desta técnica como a edição de setembro da revista Fertility & Sterility que publicou dois trabalhos de John Zhang.: "Soft ovarian stimulation IVF (Mini –IVF) VS Conventional IVF: An economic perspective" e "Minimal ovarian stimulation (Mini-IVF) for IVF utilizing vitrification, and frozen single embryo transfer (SET)".

De acordo com o doutor Arnaldo Cambiaghi, especialista e diretor do Centro de Reprodução Humana do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) "é evidente que as pacientes que se interessam pelo tratamento de fertilização in vitro, procuram informações sobre a FIV-Convencional e se preocupam com a necessidade das injeções diárias, aumento de peso, retenção de líquido, inchaço abdominal, alto custo financeiro e gestação múltipla, entre outras possibilidades, efeitos estes causados pelos hormônios que recebem neste período". Essa nova estratégia realizada pelo instituto, porém, simplifica o tratamento, diminui o número de óvulos recrutados (mas de melhor qualidade), diminui o desconforto e os efeitos colaterais, reduz o custo financeiro e principalmente, mantém praticamente a mesma taxa de gravidez. Nas "mulheres maduras" (idade ao redor dos 40 anos) a taxa de gravidez pode ser superior a FIV-Convencional.

Além disso, esse tratamento é mais acessível a todas as mulheres, pois despesas com medicamento, por exemplo, são 30 a 40% menores que no método convencional.

Por Laelie Machado

Com informações do Centro de Reprodução Humana do IPGO

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