Constipação intestinal: qual dieta seguir?

Constipação intestinal: qual dieta seguir?

Atualizado: Sexta-feira, 8 Outubro de 2010 as 9:43

O tratamento da obstipação intestinal começa pela dieta. É bem certo, que suas causas são geralmente multifatoriais, mas quando nos dispomos a seguir um plano nutricional já é um bom caminho andado.

A primeira medida a ser adotada é fazer com que a ingestão de líquidos seja adequada. Precisamos ingerir cerca de 6 a 8 copos de água ou 1500ml/dia. Inicialmente isso pode parecer muito chato e impraticável, mas com boa vontade essa medida é bem possível e facilmente incorporada à nossa vida. Após ultrapassada a fase de resistência, nós podemos observar que melhorar o nível de hidratação nos deixa mais toleráveis ao trabalho e ao desgaste físico do dia a dia. Medidas simples como deixar a garrafa de água ao nosso alcance é muito eficiente em nos lembrar da necessidade, mesmo durante a correria.

Posteriormente, devemos adequar a ingestão de fibras substituindo, pelo menos em parte, os alimentos refinados por suas versões integrais, como pães e cereais. Além disso, ingerir 3 a 4 porções diárias de frutas, verduras e legumes e  substituir parte das carnes por fontes protéicas vegetais representadas pelas leguminosas (feijão, grão de bico, lentilhas).

Os dois passos, água e fibras, são interdependentes. Ingerir fibras sem uma boa hidratação pode inclusive agravar a prisão de ventre. As fibras da dieta, principalmente aquelas insolúveis, são capazes de absorver e reter água, melhorando a hidratação das fezes e facilitando a sua eliminação. Além disso, fezes pesadas estimulam os movimentos peristálticos intestinais e ajudam a regularizar o ritmo intestinal

Ainda há polêmica sobre o papel das gorduras nas dietas e sua capacidade de melhorar o hábito intestinal. Apesar disso, dietas balanceadas são sempre metas a serem buscadas e não há vantagem em retirar as gorduras das mesmas. Elas são fundamentais à saúde em geral e  inclusive ao ritmo intestinal normal.

O tratamento da obstipação intestinal começa pela dieta. É bem certo, que suas causas são geralmente multifatoriais, mas quando nos dispomos a seguir um plano nutricional já é um bom caminho andado.

A primeira medida a ser adotada é fazer com que a ingestão de líquidos seja adequada. Precisamos ingerir cerca de 6 a 8 copos de água ou 1500ml/dia. Inicialmente isso pode parecer muito chato e impraticável, mas com boa vontade essa medida é bem possível e facilmente incorporada à nossa vida. Após ultrapassada a fase de resistência, nós podemos observar que melhorar o nível de hidratação nos deixa mais toleráveis ao trabalho e ao desgaste físico do dia a dia. Medidas simples como deixar a garrafa de água ao nosso alcance é muito eficiente em nos lembrar da necessidade, mesmo durante a correria.

Posteriormente, devemos adequar a ingestão de fibras substituindo, pelo menos em parte, os alimentos refinados por suas versões integrais, como pães e cereais. Além disso, ingerir 3 a 4 porções diárias de frutas, verduras e legumes e  substituir parte das carnes por fontes protéicas vegetais representadas pelas leguminosas (feijão, grão de bico, lentilhas).

Os dois passos, água e fibras, são interdependentes. Ingerir fibras sem uma boa hidratação pode inclusive agravar a prisão de ventre. As fibras da dieta, principalmente aquelas insolúveis, são capazes de absorver e reter água, melhorando a hidratação das fezes e facilitando a sua eliminação. Além disso, fezes pesadas estimulam os movimentos peristálticos intestinais e ajudam a regularizar o ritmo intestinal

Ainda há polêmica sobre o papel das gorduras nas dietas e sua capacidade de melhorar o hábito intestinal. Apesar disso, dietas balanceadas são sempre metas a serem buscadas e não há vantagem em retirar as gorduras das mesmas. Elas são fundamentais à saúde em geral e  inclusive ao ritmo intestinal normal.

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