Desejo de suicídio e Alzheimer caracterizam sintomas do envelhecimento da mente

Desejo de suicídio e Alzheimer caracterizam sintomas do envelhecimento da mente

Atualizado: Segunda-feira, 11 Outubro de 2010 as 9:24

Com o avanço da idade, o corpo e a mente, se não exercitados, tendem a falhar com grande frequência. No campo da psique, os principais problemas enfrentados dizem respeito às demências, o que acarreta em muito sofrimento às famílias e ao próprio idoso.

"As manifestações psicopatológicas nos idosos são numerosas e multiformes", explica Roger Fontaine, autor do livro "Psicologia do Envelhecimento". Os estados depressivos e as demências de tipo Alzheimer são das psicopatologias mais comuns enfrentadas pela sociedade, e são um "verdadeiro desafio para o século 21", afirma o especialista. Entre as piores consequências, os indivíduos podem até se decidir pelo suicídio.

Na obra, as duas questões são trabalhadas de forma objetiva e com explicações sobre o declínio gradual que a mente sofre. Adaptação da representação à realidade, degradação da autoestima, aumento de sentimento de internalidade, perda de autonomia e desequilíbrio na personalidade são alguns dos sintomas indicativos do avanço do processo patológico, assim como o declínio na capacidade de harmonia com a sociedade e seus valores.

Fontaine destaca que o contexto de vida e as respostas de uma pessoa a seu meio constituem dados importantes para o diagnóstico, prevenção e o tratamento da psicopatologia.

Leia trecho sobre o suicídio.

O suicídio é a consequência de um estado depressivo no qual o indivíduo decide colocar um fim definitivo. Na França, aproximadamente 12 mil pessoas por ano dão fim aos seus dias. Este número aumenta regularmente. O suicídio é mais frequente no homem do que na mulher.

O grande sociólogo francês Durkheim (1897), referência incontornável desde que esta questão é abordada, considerava o suicídio a prova do nível de normalidade de um grupo social. Sua célebre tipologia define quatro categorias de suicida: o egoísta, o altruísta, o anônimo e o fatalista.

Todos estão ligados a uma disfunção social. O egoísta está ligado a uma fraca integração social, o altruísta a uma forte integração, o anônimo está ligado a um excesso de regulamentação do grupo social e o fatalista a uma ausência de regulamentação do grupo social.

Tudo indica que o aumento do número de suicídios, na maioria dos países industrializados, é provocado pela falta de integração social (suicídio tipo egoísta) de certos grupos. Aliás, o suicídio é mais numeroso nos países ricos do que nos países pobres, quer conservaram muitas vezes estruturas sociais tradicionais (em particular a família) que evitam a exclusão de uma parte da população.

O exame das estatísticas revela que duas categorias de pessoas são particularmente propensas, os jovens e os idosos. Desde 1950, o número dos suicídios entre os jovens de 15-19 anos mais do que triplicou nos Estados Unidos. Se o fenômeno foi primeiramente observado naquele país, ele é agora constatado na Europa, principalmente na Alemanha e na França.

Como consequência, a taxa de suicídio desta faixa etária é comparável à da população global. Trata-se de um fato de sociedade preocupante que necessita vigilância a fim de detectar entre os jovens em perigo os indícios que possam pressagiar um ato irreversível.

Entre os idosos, a taxa é igualmente bastante elevada, porém o fenômeno não é novo. Ele apresenta aspectos diferentes segundos os países. Nos Estados Unidos, são os homens com mais de 65 anos que se suicidam na maioria das vezes, enquanto as mulheres brancas e os idosos da raça negra apresentam uma porcentagem menos elevada de suicídio. Em compensação, no Japão, os idosos com mais de 75 anos se suicidam cinco vezes mais do que os jovens entre 15 e 24 anos, e na França seis vezes mais.

Alguns aspectos merecem ser destacados a fim de situar melhor o fenômeno. Antes de mais nada, entre os jovens constata-se um suicídio em sete tentativas malogradas. Em compensação, entre os idosos observam-se oito suicídios para uma tentativa malograda.

Esta inversão é particularmente eloquente. Entre os jovens, a tentativa de suicídio é muitas vezes um pedido de ajuda que não significa realmente um desejo de morrer. Nos idosos, ele surge como uma verdadeira vontade, na maior parte dos casos, de colocar fim ao seus dias.

Depois, a metade dos homens idosos suicidas e um terço das mulheres são afetados por doenças graves, em particular o câncer ou patologias referentes ao cérebro. Finalmente, o suicídio entre os idosos está muitas vezes associado a um estado depressivo consecutivo à morte do cônjuge.

Com o avanço da idade, o corpo e a mente, se não exercitados, tendem a falhar com grande frequência. No campo da psique, os principais problemas enfrentados dizem respeito às demências, o que acarreta em muito sofrimento às famílias e ao próprio idoso.

"As manifestações psicopatológicas nos idosos são numerosas e multiformes", explica Roger Fontaine, autor do livro "Psicologia do Envelhecimento". Os estados depressivos e as demências de tipo Alzheimer são das psicopatologias mais comuns enfrentadas pela sociedade, e são um "verdadeiro desafio para o século 21", afirma o especialista. Entre as piores consequências, os indivíduos podem até se decidir pelo suicídio.

Na obra, as duas questões são trabalhadas de forma objetiva e com explicações sobre o declínio gradual que a mente sofre. Adaptação da representação à realidade, degradação da autoestima, aumento de sentimento de internalidade, perda de autonomia e desequilíbrio na personalidade são alguns dos sintomas indicativos do avanço do processo patológico, assim como o declínio na capacidade de harmonia com a sociedade e seus valores.

Fontaine destaca que o contexto de vida e as respostas de uma pessoa a seu meio constituem dados importantes para o diagnóstico, prevenção e o tratamento da psicopatologia.

Leia trecho sobre o suicídio.

O suicídio é a consequência de um estado depressivo no qual o indivíduo decide colocar um fim definitivo. Na França, aproximadamente 12 mil pessoas por ano dão fim aos seus dias. Este número aumenta regularmente. O suicídio é mais frequente no homem do que na mulher.

O grande sociólogo francês Durkheim (1897), referência incontornável desde que esta questão é abordada, considerava o suicídio a prova do nível de normalidade de um grupo social. Sua célebre tipologia define quatro categorias de suicida: o egoísta, o altruísta, o anônimo e o fatalista.

Todos estão ligados a uma disfunção social. O egoísta está ligado a uma fraca integração social, o altruísta a uma forte integração, o anônimo está ligado a um excesso de regulamentação do grupo social e o fatalista a uma ausência de regulamentação do grupo social.

Tudo indica que o aumento do número de suicídios, na maioria dos países industrializados, é provocado pela falta de integração social (suicídio tipo egoísta) de certos grupos. Aliás, o suicídio é mais numeroso nos países ricos do que nos países pobres, quer conservaram muitas vezes estruturas sociais tradicionais (em particular a família) que evitam a exclusão de uma parte da população.

O exame das estatísticas revela que duas categorias de pessoas são particularmente propensas, os jovens e os idosos. Desde 1950, o número dos suicídios entre os jovens de 15-19 anos mais do que triplicou nos Estados Unidos. Se o fenômeno foi primeiramente observado naquele país, ele é agora constatado na Europa, principalmente na Alemanha e na França.

Como consequência, a taxa de suicídio desta faixa etária é comparável à da população global. Trata-se de um fato de sociedade preocupante que necessita vigilância a fim de detectar entre os jovens em perigo os indícios que possam pressagiar um ato irreversível.

Entre os idosos, a taxa é igualmente bastante elevada, porém o fenômeno não é novo. Ele apresenta aspectos diferentes segundos os países. Nos Estados Unidos, são os homens com mais de 65 anos que se suicidam na maioria das vezes, enquanto as mulheres brancas e os idosos da raça negra apresentam uma porcentagem menos elevada de suicídio. Em compensação, no Japão, os idosos com mais de 75 anos se suicidam cinco vezes mais do que os jovens entre 15 e 24 anos, e na França seis vezes mais.

Alguns aspectos merecem ser destacados a fim de situar melhor o fenômeno. Antes de mais nada, entre os jovens constata-se um suicídio em sete tentativas malogradas. Em compensação, entre os idosos observam-se oito suicídios para uma tentativa malograda.

Esta inversão é particularmente eloquente. Entre os jovens, a tentativa de suicídio é muitas vezes um pedido de ajuda que não significa realmente um desejo de morrer. Nos idosos, ele surge como uma verdadeira vontade, na maior parte dos casos, de colocar fim ao seus dias.

Depois, a metade dos homens idosos suicidas e um terço das mulheres são afetados por doenças graves, em particular o câncer ou patologias referentes ao cérebro. Finalmente, o suicídio entre os idosos está muitas vezes associado a um estado depressivo consecutivo à morte do cônjuge.

Com o avanço da idade, o corpo e a mente, se não exercitados, tendem a falhar com grande frequência. No campo da psique, os principais problemas enfrentados dizem respeito às demências, o que acarreta em muito sofrimento às famílias e ao próprio idoso.

"As manifestações psicopatológicas nos idosos são numerosas e multiformes", explica Roger Fontaine, autor do livro "Psicologia do Envelhecimento". Os estados depressivos e as demências de tipo Alzheimer são das psicopatologias mais comuns enfrentadas pela sociedade, e são um "verdadeiro desafio para o século 21", afirma o especialista. Entre as piores consequências, os indivíduos podem até se decidir pelo suicídio.

Na obra, as duas questões são trabalhadas de forma objetiva e com explicações sobre o declínio gradual que a mente sofre. Adaptação da representação à realidade, degradação da autoestima, aumento de sentimento de internalidade, perda de autonomia e desequilíbrio na personalidade são alguns dos sintomas indicativos do avanço do processo patológico, assim como o declínio na capacidade de harmonia com a sociedade e seus valores.

Fontaine destaca que o contexto de vida e as respostas de uma pessoa a seu meio constituem dados importantes para o diagnóstico, prevenção e o tratamento da psicopatologia.

Leia trecho sobre o suicídio.

O suicídio é a consequência de um estado depressivo no qual o indivíduo decide colocar um fim definitivo. Na França, aproximadamente 12 mil pessoas por ano dão fim aos seus dias. Este número aumenta regularmente. O suicídio é mais frequente no homem do que na mulher.

O grande sociólogo francês Durkheim (1897), referência incontornável desde que esta questão é abordada, considerava o suicídio a prova do nível de normalidade de um grupo social. Sua célebre tipologia define quatro categorias de suicida: o egoísta, o altruísta, o anônimo e o fatalista.

Todos estão ligados a uma disfunção social. O egoísta está ligado a uma fraca integração social, o altruísta a uma forte integração, o anônimo está ligado a um excesso de regulamentação do grupo social e o fatalista a uma ausência de regulamentação do grupo social.

Tudo indica que o aumento do número de suicídios, na maioria dos países industrializados, é provocado pela falta de integração social (suicídio tipo egoísta) de certos grupos. Aliás, o suicídio é mais numeroso nos países ricos do que nos países pobres, quer conservaram muitas vezes estruturas sociais tradicionais (em particular a família) que evitam a exclusão de uma parte da população.

O exame das estatísticas revela que duas categorias de pessoas são particularmente propensas, os jovens e os idosos. Desde 1950, o número dos suicídios entre os jovens de 15-19 anos mais do que triplicou nos Estados Unidos. Se o fenômeno foi primeiramente observado naquele país, ele é agora constatado na Europa, principalmente na Alemanha e na França.

Como consequência, a taxa de suicídio desta faixa etária é comparável à da população global. Trata-se de um fato de sociedade preocupante que necessita vigilância a fim de detectar entre os jovens em perigo os indícios que possam pressagiar um ato irreversível.

Entre os idosos, a taxa é igualmente bastante elevada, porém o fenômeno não é novo. Ele apresenta aspectos diferentes segundos os países. Nos Estados Unidos, são os homens com mais de 65 anos que se suicidam na maioria das vezes, enquanto as mulheres brancas e os idosos da raça negra apresentam uma porcentagem menos elevada de suicídio. Em compensação, no Japão, os idosos com mais de 75 anos se suicidam cinco vezes mais do que os jovens entre 15 e 24 anos, e na França seis vezes mais.

Alguns aspectos merecem ser destacados a fim de situar melhor o fenômeno. Antes de mais nada, entre os jovens constata-se um suicídio em sete tentativas malogradas. Em compensação, entre os idosos observam-se oito suicídios para uma tentativa malograda.

Esta inversão é particularmente eloquente. Entre os jovens, a tentativa de suicídio é muitas vezes um pedido de ajuda que não significa realmente um desejo de morrer. Nos idosos, ele surge como uma verdadeira vontade, na maior parte dos casos, de colocar fim ao seus dias.

Depois, a metade dos homens idosos suicidas e um terço das mulheres são afetados por doenças graves, em particular o câncer ou patologias referentes ao cérebro. Finalmente, o suicídio entre os idosos está muitas vezes associado a um estado depressivo consecutivo à morte do cônjuge.

Com o avanço da idade, o corpo e a mente, se não exercitados, tendem a falhar com grande frequência. No campo da psique, os principais problemas enfrentados dizem respeito às demências, o que acarreta em muito sofrimento às famílias e ao próprio idoso.

"As manifestações psicopatológicas nos idosos são numerosas e multiformes", explica Roger Fontaine, autor do livro "Psicologia do Envelhecimento". Os estados depressivos e as demências de tipo Alzheimer são das psicopatologias mais comuns enfrentadas pela sociedade, e são um "verdadeiro desafio para o século 21", afirma o especialista. Entre as piores consequências, os indivíduos podem até se decidir pelo suicídio.

Na obra, as duas questões são trabalhadas de forma objetiva e com explicações sobre o declínio gradual que a mente sofre. Adaptação da representação à realidade, degradação da autoestima, aumento de sentimento de internalidade, perda de autonomia e desequilíbrio na personalidade são alguns dos sintomas indicativos do avanço do processo patológico, assim como o declínio na capacidade de harmonia com a sociedade e seus valores.

Fontaine destaca que o contexto de vida e as respostas de uma pessoa a seu meio constituem dados importantes para o diagnóstico, prevenção e o tratamento da psicopatologia.

Leia trecho sobre o suicídio.

O suicídio é a consequência de um estado depressivo no qual o indivíduo decide colocar um fim definitivo. Na França, aproximadamente 12 mil pessoas por ano dão fim aos seus dias. Este número aumenta regularmente. O suicídio é mais frequente no homem do que na mulher.

O grande sociólogo francês Durkheim (1897), referência incontornável desde que esta questão é abordada, considerava o suicídio a prova do nível de normalidade de um grupo social. Sua célebre tipologia define quatro categorias de suicida: o egoísta, o altruísta, o anônimo e o fatalista.

Todos estão ligados a uma disfunção social. O egoísta está ligado a uma fraca integração social, o altruísta a uma forte integração, o anônimo está ligado a um excesso de regulamentação do grupo social e o fatalista a uma ausência de regulamentação do grupo social.

Tudo indica que o aumento do número de suicídios, na maioria dos países industrializados, é provocado pela falta de integração social (suicídio tipo egoísta) de certos grupos. Aliás, o suicídio é mais numeroso nos países ricos do que nos países pobres, quer conservaram muitas vezes estruturas sociais tradicionais (em particular a família) que evitam a exclusão de uma parte da população.

O exame das estatísticas revela que duas categorias de pessoas são particularmente propensas, os jovens e os idosos. Desde 1950, o número dos suicídios entre os jovens de 15-19 anos mais do que triplicou nos Estados Unidos. Se o fenômeno foi primeiramente observado naquele país, ele é agora constatado na Europa, principalmente na Alemanha e na França.

Como consequência, a taxa de suicídio desta faixa etária é comparável à da população global. Trata-se de um fato de sociedade preocupante que necessita vigilância a fim de detectar entre os jovens em perigo os indícios que possam pressagiar um ato irreversível.

Entre os idosos, a taxa é igualmente bastante elevada, porém o fenômeno não é novo. Ele apresenta aspectos diferentes segundos os países. Nos Estados Unidos, são os homens com mais de 65 anos que se suicidam na maioria das vezes, enquanto as mulheres brancas e os idosos da raça negra apresentam uma porcentagem menos elevada de suicídio. Em compensação, no Japão, os idosos com mais de 75 anos se suicidam cinco vezes mais do que os jovens entre 15 e 24 anos, e na França seis vezes mais.

Alguns aspectos merecem ser destacados a fim de situar melhor o fenômeno. Antes de mais nada, entre os jovens constata-se um suicídio em sete tentativas malogradas. Em compensação, entre os idosos observam-se oito suicídios para uma tentativa malograda.

Esta inversão é particularmente eloquente. Entre os jovens, a tentativa de suicídio é muitas vezes um pedido de ajuda que não significa realmente um desejo de morrer. Nos idosos, ele surge como uma verdadeira vontade, na maior parte dos casos, de colocar fim ao seus dias.

Depois, a metade dos homens idosos suicidas e um terço das mulheres são afetados por doenças graves, em particular o câncer ou patologias referentes ao cérebro. Finalmente, o suicídio entre os idosos está muitas vezes associado a um estado depressivo consecutivo à morte do cônjuge.

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