Ela reduziu crises de dor com exercícios

Ela reduziu crises de dor com exercícios

Atualizado: Segunda-feira, 19 Setembro de 2011 as 10:39

Com casos de enxaqueca na família, a dorsempre foi uma velha conhecida da empresária Luciana Panzetti Moliterno, de 40 anos. Mas, de repente, o quadro se intensificou. De episódios esporádicos, as dores passaram a ser diárias e incapacitantes.

“Foram quase três anos na cama, com uma dor desesperadora”, diz Luciana.

Ela conta que passou por vários especialistas, entre eles otorrino, ortopedista, cirurgião buco-maxilar e neurologista.

“Não encontravam nada que justificasse tamanha dor, muito tempo depois diagnosticada como uma provável contração na região cervical da coluna”.

Diante do incômodo físico e da dificuldade em obter tratamento, Luciana foi se afastando cada vez mais dos amigos e do convício social. “Você passa a não querer ver as pessoas, até porque muita gente não acredita, acha que é frescura ou que você só sabe reclamar”, desabafa. Ela conta que sentiu descaso até mesmo por parte de alguns médicos.

“Paciente com dor é discriminado. Um neurologista que não era especialista no tema dizia que eu tinhadepressão ou síndrome do pânico e queria me internar”.Todo esse calvário durou até a empresária conhecer o trabalho da Sociedade Brasileira do Estudo da Dor (SBED). Com a orientação da entidade, passou por um tratamento multidisciplinar, que abordava aspectos físicos e emocionais da dor.

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