Estudo de universidade chinesa conclui que quem come menos, vive mais

Estudo conclui que quem come menos vive mais

Atualizado: Quinta-feira, 25 Julho de 2013 as 1:29

Muito se fala em alimentação e prática de exercícios físicos para uma vida saudável. Os jovens, principalmente, devem ficar atentos para com a saúde e com o que se alimentam, e quanto a quantidade.
 
Um estudo realizado na universidade de Jiaotong, situada na cidade de Xangai, na China, concluiu que a restrição de calorias ingeridas pode ajudar a prolongar o tempo de vida em muitos animais e, inclusive, em humanos. A informações
foram publicadas na dia 17 deste mês, através do jornal oficial "Shanghai Daily".
 
 Estudo conclui que quem come menos vive maisOs testes foram realizados em ratos, na qual os cientistas constataram que comer menos favorece a expansão de uma flora bacteriana saudável no aparelho digestivo, o que reduz o número do tipo de bactérias cuja atividade acaba sendo prejudicial ao organismo.
 
A pesquisadora-chefe da Escola de Biotecnologia e Ciências da Vida da universidade chinesa, Zhao Liping, confirmou os efeitos positivos na alimentação de humanos. Ainda segundo ela, após o experimento, cujos resultados foram publicados no portal da revista "Nature", sua equipe conseguiu demonstrar que estes níveis de bactérias são fundamentais para determinar a saúde e o tempo de vida dos humanos.
 
"A restrição de calorias demonstra que, com um único regime experimental, pode estender de maneira eficaz o tempo de vida em vários modelos animais, mas o mecanismo que o torna possível ainda continua sendo controverso", explicou a revista 
 
Sendo assim, os pesquisadores chineses descobriram alguns tipos de bactéria, como os lactobacilos, contribuem para prolongar o tempo de vida e se beneficiam da restrição de calorias.
Ainda para concluir, eles viram que a dieta reduz o número de bactérias que contribuem para reduzir o tempo de vida e comprovaram que os níveis de um tipo de toxina, a proteína do lipopolisacárido (LPS), um indicador associado habitualmente com as inflamações, também foram reduzidos no soro sanguíneo.
 
 
Com informações de: UOl

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