Light e Diet - o que o consumidor precisa saber

Light e Diet - o que o consumidor precisa saber

Atualizado: Quarta-feira, 20 Fevereiro de 2008 as 12

A cada dia as gôndolas dos supermercados expõem novos produtos "light" e "diet" ao consumidor. Este mercado de consumo cresceu vertiginosamente nos últimos anos, em partes pelos investimentos das indústrias neste nicho, divulgação publicitária e, especialmente, pela conscientização da população da importância de uma boa alimentação.

Porém é necessário que o consumidor entenda a diferença entre os produtos "light" e "diet" para que não leve pra casa "gato por lebre". A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é o órgão responsável pela criação dos termos "light" e "diet" nos rótulos dos produtos para facilitar a identificação do consumidor.

Os produtos "light" podem ser definidos como produtos que tiveram seu valor energético (calorias) e nutrientes (açúcares, gorduras, sódio etc.) reduzido, no mínimo, para 25% do composto original dos produtos convencionais. Já a expressão "diet" refere-se ao produto que teve a restrição, substituição ou retirada de um algum nutriente de sua fórmula para que possa ser usado em dietas alimentares.

Criar o hábito de ler o rótulo e a tabela nutricional é importante para que o consumidor saiba exatamente o que ele está consumindo e assim, ser mais seleto na escolha dos produtos, conforme orienta a nutricionista Bianca Azevedo: "Ao comprar os produtos diet e light, o cliente, por exemplo, vai saber qual a quantidade de nutrientes (gorduras, carboidratos, açúcares etc) e calorias estão presentes na porção do alimento que ele vai consumir". Os produtos "light" e "diet" podem ser ingeridos por qualquer pessoa, com exceções aos portadores de doenças crônicas, como diabetes e obesidade, que devem ingerir estes produtos com restrições. O ideal é consultar um especialista.

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