Má alimentação pode causar zumbido no ouvido

Má alimentação pode causar zumbido no ouvido

Atualizado: Quarta-feira, 9 Outubro de 2013 as 11:32

Comuns em pessoas adultas, o zumbido no ouvido pode apresentar falta de boa alimentação, alterações hormonal e até pelo hábito de escutar música em volume muito alto. É recomenda procurar um otorrinolaringologista - especialista responsável -  para obter mais informações.

A causa prncipal do sintoma investigada é a alimentação. Fazer jejum prolongado, comer doces e alimentos gordurosos, tomar café, chá preto e refrigerante à base de cola em excesso, são os hábitos que podem afetar os ouvidos. “Qualquer alteração metabólica pode estar por trás do zumbido, por isso é importante analisar bem essa parte. Nesses casos, é indicado que o paciente interrompa o consumo desses alimentos por cerca de 30 dias para reavaliação do quadro”, explica a otorrinolaringologista com doutorado em zumbido pela USP, Dra. Tanit Sanchez.

zumbidoDesequilíbrios hormonais também podem provocar o problema. “Pode ser tanto um desequilíbrio dos hormônios da tireoide (hipotireoidismo), quanto dos hormônios femininos (menopausa). Nesses casos, é recomendada a reposição hormonal, desde que esteja de acordo com a orientação correta dos médicos”, completa a especialista.
 
O tratamento para examinar o sintoma começa com exames auditivos e de sangue. Audiometria e a acufenometria são realizadas para identificar o grau de perda de audição e o tipo/volume do zumbido. Já os exames de sangue verificam a existência de anemia, o aumento da glicose, colesterol ou triglicérides. Em último caso, uma tomografia ou ressonância magnética pode identificar a presença de tumores no nervo auditivo.
 
A especialista explica que alguns remédios não específicos são bastante eficientes, como os destinados para circulação, dor, convulsão, ansiedade e depressão. “Em qualquer um dos casos é necessário uma avaliação e acompanhamento do quadro. Embora a cura seja ainda um efeito raro, certamente se podem ter diferentes graus de melhora na maioria dos pacientes”, finaliza.
 
 
Com informações de: Bolsa de Mulher

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