Massagem cardíaca é mais eficiente sem a respiração boca a boca

Massagem cardíaca é mais eficiente sem a respiração boca a boca

Atualizado: Quinta-feira, 7 Outubro de 2010 as 8:31

Estudo revela que o melhor é não interromper as compressões no peito

Pesquisadores americanos demonstraram que, durante um ataque cardíaco, a massagem cardíaca feita sem a respiração boca a boca aumenta as chances de recuperação da pessoa infartada. O estudo foi publicado nesta terça-feira (5) na revista científica da associação médica norte-americana.

No Brasil, o número de internações por infarto no SUS subiu 70% entre 2000 e 2009, saltando de 40.143 para 68.538. Para evitar a morte nesses casos, é crucial que a pessoa infartada receba o atendimento adequado o mais rápido possível.

Segundo o estudo americano, as chances de sobrevivência podem ser significativamente melhoradas com a reanimação cardiopulmonar (RCP), mas a massagem cardíaca, dizem os cientistas, deve ser realizada sem a respiração boca a boca.

O estudo foi realizado entre janeiro de 2005 e dezembro de 2009, com 4.415 pessoas com pelo menos 18 anos que sofreram ataque cardíaco longe do hospital.

Deste total, 2.900 (65,6%) não receberam qualquer auxílio durante o ataque, 666 (15,1%) foram submetidos à reanimação cardiopulmonar convencional (com respiração boca a boca) e 849 (19,2%), apenas à massagem cardíaca.

A taxa de sobrevivência com alta hospitalar foi de 5,2% para quem não recebeu RCP, de 7,8% para os submetidos à RCP convencional e de 13,3% para quem obteve apenas massagem cardíaca.

Após avaliarem a ação de pessoas comuns e de membros dos serviços de emergência médica, os cientistas afirmaram que “é preferível limitar as interrupções (necessárias para se realizar o boca a boca) durante as compressões no peito".

Estudo revela que o melhor é não interromper as compressões no peito

Pesquisadores americanos demonstraram que, durante um ataque cardíaco, a massagem cardíaca feita sem a respiração boca a boca aumenta as chances de recuperação da pessoa infartada. O estudo foi publicado nesta terça-feira (5) na revista científica da associação médica norte-americana.

No Brasil, o número de internações por infarto no SUS subiu 70% entre 2000 e 2009, saltando de 40.143 para 68.538. Para evitar a morte nesses casos, é crucial que a pessoa infartada receba o atendimento adequado o mais rápido possível.

Segundo o estudo americano, as chances de sobrevivência podem ser significativamente melhoradas com a reanimação cardiopulmonar (RCP), mas a massagem cardíaca, dizem os cientistas, deve ser realizada sem a respiração boca a boca.

O estudo foi realizado entre janeiro de 2005 e dezembro de 2009, com 4.415 pessoas com pelo menos 18 anos que sofreram ataque cardíaco longe do hospital.

Deste total, 2.900 (65,6%) não receberam qualquer auxílio durante o ataque, 666 (15,1%) foram submetidos à reanimação cardiopulmonar convencional (com respiração boca a boca) e 849 (19,2%), apenas à massagem cardíaca.

A taxa de sobrevivência com alta hospitalar foi de 5,2% para quem não recebeu RCP, de 7,8% para os submetidos à RCP convencional e de 13,3% para quem obteve apenas massagem cardíaca.

Após avaliarem a ação de pessoas comuns e de membros dos serviços de emergência médica, os cientistas afirmaram que “é preferível limitar as interrupções (necessárias para se realizar o boca a boca) durante as compressões no peito".

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