Mudanças radicais no estilo de vida são eficazes em extremamente obesos

Mudanças radicais no estilo de vida são eficazes em extremamente obesos

Atualizado: Segunda-feira, 11 Outubro de 2010 as 9:19

Mudanças radicais nos hábitos de vida podem ajudar adultos extremamente obesos a perder peso, reduzindo o risco cardiovascular. Isso é o que mostra um estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, recém-publicado no "Journal of the American Medical Association". Segundo os autores, pessoas com excesso de peso devem incorporar um programa de atividade física às mudanças na alimentação desde o início para facilitar a redução do peso.

O estudo acompanhou durante um ano 130 adultos extremamente obesos, sem diabetes. Eles foram divididos em dois grupos: um seguiu dieta e um programa de atividade física. O outro teve a mesma intervenção, mas começou a se exercitar apenas seis meses após o início do estudo.

Para facilitar a adesão ao tratamento, os participantes receberam algumas das refeições já embaladas nas porções que deveriam ingerir a cada dia. O programa de exercícios consistiu em uma hora de caminhada cinco dias por semana. Eles receberam pedômetros (equipamento que conta o número de passadas) e foram estimulados a dar dez mil passos por dia.

Todos receberam orientações e incentivos de forma individual, em grupo e por telefone.

No fim do período, os dois grupos perderam a mesma quantidade de peso, embora o primeiro grupo tenha perdido mais ao início. Ambos também tiveram redução na circunferência abdominal, na gordura visceral, na pressão sanguínea e na resistência à insulina.

Mudanças radicais nos hábitos de vida podem ajudar adultos extremamente obesos a perder peso, reduzindo o risco cardiovascular. Isso é o que mostra um estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, recém-publicado no "Journal of the American Medical Association". Segundo os autores, pessoas com excesso de peso devem incorporar um programa de atividade física às mudanças na alimentação desde o início para facilitar a redução do peso.

O estudo acompanhou durante um ano 130 adultos extremamente obesos, sem diabetes. Eles foram divididos em dois grupos: um seguiu dieta e um programa de atividade física. O outro teve a mesma intervenção, mas começou a se exercitar apenas seis meses após o início do estudo.

Para facilitar a adesão ao tratamento, os participantes receberam algumas das refeições já embaladas nas porções que deveriam ingerir a cada dia. O programa de exercícios consistiu em uma hora de caminhada cinco dias por semana. Eles receberam pedômetros (equipamento que conta o número de passadas) e foram estimulados a dar dez mil passos por dia.

Todos receberam orientações e incentivos de forma individual, em grupo e por telefone.

No fim do período, os dois grupos perderam a mesma quantidade de peso, embora o primeiro grupo tenha perdido mais ao início. Ambos também tiveram redução na circunferência abdominal, na gordura visceral, na pressão sanguínea e na resistência à insulina.

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