
"O serviço não tem pretensão de substituir a consulta. É uma orientação para quando a pessoa tem dúvida sobre qual médico consultar, para que ela não se automedique e saiba agir em caso de emergência", afirma Ricardo Marceliano, sócio do site Viver Benefícios, que vende o cupom Dr. Responde.
Segundo ele, médicos e enfermeiros que prestam o serviço não fazem diagnóstico nem receitam remédios. Questionado se as pessoas não podem comprar o cupom acreditando tratar-se de consulta, Marceliano disse: "A ideia não é iludir. No site e junto com o cartão há instruções. A pessoa só vai se confundir se quiser."
Ele diz: "Não inventei esse serviço, a novidade é a forma de comercializá-lo. Há 12 anos vendemos a orientação por telefone para convênios. Agora vendemos no varejo, qualquer um pode comprar. Resolvemos popularizar."
Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, que regula os planos de saúde no país, orientações sobre qual especialista procurar podem, de fato, ser feitas por telefone. Mas, caso se trate de consulta, o serviço deve ser denunciado na agência.
O cartão Dr. Responde foi lançado no domingo e, na segunda, já estava num site de compras. Para Marceliano, é uma coisa que "pegou e não tem volta." Ele pretende colocar a promoção em mais sites e vender o cartão em bancas e casas lotéricas. Segundo ele, a popularização do serviço pode diminuir o número de internações e visitas ao médico.
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