Os perigos para a saúde da mulher

Os perigos para a saúde da mulher

Atualizado: Segunda-feira, 22 Outubro de 2012 as 2:22

 

coração mulherDe manhã, uma loucura: preparar o café, acordar as crianças, conferir cada mochila, levá-los para a escola, o trânsito que não anda, enerva, não há como estacionar, o guarda ameaça multar – fortes emoções. Uma respirada profunda, mas o dia só começou. Claro, para as que têm carro. Para as mais pobres, a situação é ainda mais difícil: talvez ainda estejam sacolejando nos ônibus, filhos numa mão e mochilas na outra, de pé, num aperto danado.

Da escola algumas seguem para o trabalho; os desafios profissionais são cada vez maiores, na medida em que provaram competência para ocupar os cargos que, antes, eram só dos homens. Portanto, sem folga e adrenalina a mil: trabalhar numa longa jornada ou malhar nas academias, frequentar novos cursos, levar filhos a aulas complementares ou de línguas.  Todo este conjunto de tarefas estafantes ajuda a compor o perfil da mulher moderna – esta mãe e profissional determinada, de múltiplas funções.

Mas chega um momento em que é preciso parar, conferir o estado geral e refletir sobre o peso desse ritmo alucinado na sua saúde. O coração suporta tanta carga? Loucura demais não leva ao fim depressa demais?

A doença cardiovascular mata seis vezes mais mulheres do que o câncer de mama, por exemplo. Acidente vascular cerebral (AVC) é outra coisa que mata cada vez mais mulheres no mundo e números mostram que as brasileiras são líderes das Américas.

Os principais ocorrentes de risco das mulheres são colesterol, hipertensão, diabetes, obesidade abdominal, cigarro, sedentarismo e interação entre fumo e anticoncepcional (que pode causar trombose venosa a partir dos 30 anos).

Mudar esse quadro é possível, e o melhor remédio é a prevenção. Deve-se levar em conta que a maioria das mulheres não tem consciência desses problemas de coração, pois concentra a preocupação nos exames ginecológicos.

As mulheres, diferente dos homens, não apresentam com tanta freqüência os sintomas típicos de doenças cardíacas. Em vez da dor de cabeça e compressão que duram vinte minutos seguidos, um sinal de infarto nos homes, as mulheres geralmente sentem um sintoma muito parecido com azia e indigestão do que com doença coronariana.

A falta de sintomas como os dos homens fazem com que o diagnóstico seja mais difícil e a investigação mais demorada. Por isso a importância das mulheres freqüentarem os médicos e falarem sobre sintomas alheios e atípicos.

Logo, buscar melhor qualidade de vida convém repensar aquele estressante cotidiano. 

Com informações de GT Marketing e Comunicação

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