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Programa da secretaria de Saúde de SP assegura companhia a idoso

Programa da secretaria de Saúde de SP assegura companhia a idoso

Fonte: Atualizado: sábado, 29 de março de 2014 03:20

Um programa da Secretaria Municipal de Saúde, que completa um ano de implantação neste mês, colocou à disposição de idosos carentes uma equipe especializada, com médicos, enfermeiros, assistentes sociais e cuidadores - pessoas da própria comunidade que são remuneradas para "distraí-los" e tentar resgatar o mínimo de vida social de idosos.

Por dois anos, o Programa de Acompanhamento de Idosos foi apenas experimental, com duas equipes que atendiam cerca de 250 pessoas. Depois de se consolidar e ser até premiado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o projeto foi regulamentado e ampliado. Agora, são 14 equipes especializadas. Desde outubro do ano passado, o número de atendimentos cresceu cinco vezes.

Cada equipe é formada por médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem, assistente social, cuidador e motorista. Na primeira etapa do programa, os profissionais avaliam o idoso e fazem um plano de trabalho para cada necessidade, com número de visitas e atividades a serem desenvolvidas.

Geralmente, como já está debilitado, não é o idoso que procura ajuda, mas um vizinho, familiar ou conhecido. Para isso, é preciso relatar o caso numa Unidade Básica de Saúde mais próxima. Nem todos que procuram a Prefeitura são beneficiados. É feita uma triagem com base em alguns critérios, como a limitação para fazer algumas atividades e a impossibilidade da família de exercer esses cuidados. As informações são do Jornal da Tarde.

Um programa da Secretaria Municipal de Saúde, que completa um ano de implantação neste mês, colocou à disposição de idosos carentes uma equipe especializada, com médicos, enfermeiros, assistentes sociais e cuidadores - pessoas da própria comunidade que são remuneradas para "distraí-los" e tentar resgatar o mínimo de vida social de idosos.

Por dois anos, o Programa de Acompanhamento de Idosos foi apenas experimental, com duas equipes que atendiam cerca de 250 pessoas. Depois de se consolidar e ser até premiado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o projeto foi regulamentado e ampliado. Agora, são 14 equipes especializadas. Desde outubro do ano passado, o número de atendimentos cresceu cinco vezes.

Cada equipe é formada por médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem, assistente social, cuidador e motorista. Na primeira etapa do programa, os profissionais avaliam o idoso e fazem um plano de trabalho para cada necessidade, com número de visitas e atividades a serem desenvolvidas.

Geralmente, como já está debilitado, não é o idoso que procura ajuda, mas um vizinho, familiar ou conhecido. Para isso, é preciso relatar o caso numa Unidade Básica de Saúde mais próxima. Nem todos que procuram a Prefeitura são beneficiados. É feita uma triagem com base em alguns critérios, como a limitação para fazer algumas atividades e a impossibilidade da família de exercer esses cuidados. As informações são do Jornal da Tarde.

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