Remédio tem hora certa

Remédio tem hora certa

Atualizado: Quinta-feira, 7 Outubro de 2010 as 9:18

Você já ouviu falar de Cronofarmacologia? É a ciência que estuda o horário adequado para uso de cada tipo de medicamento. Ela relaciona os efeitos dos medicamentos em função das horas do dia, baseado no fato de que os ritmos biológicos nos seres vivos obedecem a diversos estímulos, sejam eles internos ou externos e que algumas substâncias são produzidas apenas em determinados horários como, por exemplo, à noite.

A importância de conhecer essas funções biológicas serve para evitar efeitos secundários e permite a administração de medicamentos em horas adequadas podendo aumentar a eficácia do medicamento numa determinada hora e reduzir efeitos adversos em outros períodos.

As crises de asma, por exemplo, acontecem geralmente à noite. De acordo com a Cronofarmaologia, a dose utilizada durante o dia pode ser menor, diminuindo os efeitos colaterais e aumentada durante a noite para evitar o início de uma nova crise.

Atualmente muitos medicamentos seguem essa tendência e possuem em sua formulação compostos de liberação lenta, justamente para que seu pico de ação se estenda ou para que seu composto seja absorvido por um período maior de tempo. Esse é o exemplo de medicamentos cardiovasculares. A maior incidência de infarto ocorre no período da manhã, devido ao aumento da pressão arterial após o término do período de repouso. Por isso é importante que o medicamento ainda faça efeito no organismo.

Considerando que cada organismo é diferente, é importante alertar sobre o uso indiscriminado de medicamentos que pode acarretar em efeitos colaterais mais graves ou na ineficácia do composto ativo quando utilizado em horários ou posologias erradas. O farmacêutico é capaz de alertar e indicar a melhor forma de consumir um medicamento, utilizando de técnicas como a cronofarmacologia, para que o paciente tenha melhor qualidade de vida e utilize os medicamentos com eficácia.

- Exames laboratoriais podem ter resultados alterados com uso de medicamentos

O paciente muitas vezes não sabe, mas o uso de medicamentos antes da realização do exame pode ocasionar interferência nos resultados finais e implicar em um tratamento que pode não ter necessidade.

O farmacêutico laboratorial é o único profissional capaz de analisar influências medicamentosas, porém no laboratório dificilmente ele tem contato com o paciente no momento da coleta. Nesta etapa então é fundamental que os profissionais envolvidos sejam treinados e estejam preparados para questionar o paciente sobre o uso de qualquer medicamento, mesmo que semanas antes do exame. Assim que o material é encaminhado para análise, o farmacêutico, munido com as informações previamente colhidas, pode confrontar com o resultado apontado no exame e muitas vezes interceptar uma alteração que poderia levar o próprio médico a tratar de uma doença sem necessidade ou de forma equivocada.

Por Laelie Machado

Com informações do Conselho Regional de Farmácia

Você já ouviu falar de Cronofarmacologia? É a ciência que estuda o horário adequado para uso de cada tipo de medicamento. Ela relaciona os efeitos dos medicamentos em função das horas do dia, baseado no fato de que os ritmos biológicos nos seres vivos obedecem a diversos estímulos, sejam eles internos ou externos e que algumas substâncias são produzidas apenas em determinados horários como, por exemplo, à noite.

A importância de conhecer essas funções biológicas serve para evitar efeitos secundários e permite a administração de medicamentos em horas adequadas podendo aumentar a eficácia do medicamento numa determinada hora e reduzir efeitos adversos em outros períodos.

As crises de asma, por exemplo, acontecem geralmente à noite. De acordo com a Cronofarmaologia, a dose utilizada durante o dia pode ser menor, diminuindo os efeitos colaterais e aumentada durante a noite para evitar o início de uma nova crise.

Atualmente muitos medicamentos seguem essa tendência e possuem em sua formulação compostos de liberação lenta, justamente para que seu pico de ação se estenda ou para que seu composto seja absorvido por um período maior de tempo. Esse é o exemplo de medicamentos cardiovasculares. A maior incidência de infarto ocorre no período da manhã, devido ao aumento da pressão arterial após o término do período de repouso. Por isso é importante que o medicamento ainda faça efeito no organismo.

Considerando que cada organismo é diferente, é importante alertar sobre o uso indiscriminado de medicamentos que pode acarretar em efeitos colaterais mais graves ou na ineficácia do composto ativo quando utilizado em horários ou posologias erradas. O farmacêutico é capaz de alertar e indicar a melhor forma de consumir um medicamento, utilizando de técnicas como a cronofarmacologia, para que o paciente tenha melhor qualidade de vida e utilize os medicamentos com eficácia.

- Exames laboratoriais podem ter resultados alterados com uso de medicamentos

O paciente muitas vezes não sabe, mas o uso de medicamentos antes da realização do exame pode ocasionar interferência nos resultados finais e implicar em um tratamento que pode não ter necessidade.

O farmacêutico laboratorial é o único profissional capaz de analisar influências medicamentosas, porém no laboratório dificilmente ele tem contato com o paciente no momento da coleta. Nesta etapa então é fundamental que os profissionais envolvidos sejam treinados e estejam preparados para questionar o paciente sobre o uso de qualquer medicamento, mesmo que semanas antes do exame. Assim que o material é encaminhado para análise, o farmacêutico, munido com as informações previamente colhidas, pode confrontar com o resultado apontado no exame e muitas vezes interceptar uma alteração que poderia levar o próprio médico a tratar de uma doença sem necessidade ou de forma equivocada.

Por Laelie Machado

Com informações do Conselho Regional de Farmácia

Você já ouviu falar de Cronofarmacologia? É a ciência que estuda o horário adequado para uso de cada tipo de medicamento. Ela relaciona os efeitos dos medicamentos em função das horas do dia, baseado no fato de que os ritmos biológicos nos seres vivos obedecem a diversos estímulos, sejam eles internos ou externos e que algumas substâncias são produzidas apenas em determinados horários como, por exemplo, à noite.

A importância de conhecer essas funções biológicas serve para evitar efeitos secundários e permite a administração de medicamentos em horas adequadas podendo aumentar a eficácia do medicamento numa determinada hora e reduzir efeitos adversos em outros períodos.

As crises de asma, por exemplo, acontecem geralmente à noite. De acordo com a Cronofarmaologia, a dose utilizada durante o dia pode ser menor, diminuindo os efeitos colaterais e aumentada durante a noite para evitar o início de uma nova crise.

Atualmente muitos medicamentos seguem essa tendência e possuem em sua formulação compostos de liberação lenta, justamente para que seu pico de ação se estenda ou para que seu composto seja absorvido por um período maior de tempo. Esse é o exemplo de medicamentos cardiovasculares. A maior incidência de infarto ocorre no período da manhã, devido ao aumento da pressão arterial após o término do período de repouso. Por isso é importante que o medicamento ainda faça efeito no organismo.

Considerando que cada organismo é diferente, é importante alertar sobre o uso indiscriminado de medicamentos que pode acarretar em efeitos colaterais mais graves ou na ineficácia do composto ativo quando utilizado em horários ou posologias erradas. O farmacêutico é capaz de alertar e indicar a melhor forma de consumir um medicamento, utilizando de técnicas como a cronofarmacologia, para que o paciente tenha melhor qualidade de vida e utilize os medicamentos com eficácia.

- Exames laboratoriais podem ter resultados alterados com uso de medicamentos

O paciente muitas vezes não sabe, mas o uso de medicamentos antes da realização do exame pode ocasionar interferência nos resultados finais e implicar em um tratamento que pode não ter necessidade.

O farmacêutico laboratorial é o único profissional capaz de analisar influências medicamentosas, porém no laboratório dificilmente ele tem contato com o paciente no momento da coleta. Nesta etapa então é fundamental que os profissionais envolvidos sejam treinados e estejam preparados para questionar o paciente sobre o uso de qualquer medicamento, mesmo que semanas antes do exame. Assim que o material é encaminhado para análise, o farmacêutico, munido com as informações previamente colhidas, pode confrontar com o resultado apontado no exame e muitas vezes interceptar uma alteração que poderia levar o próprio médico a tratar de uma doença sem necessidade ou de forma equivocada.

Por Laelie Machado

Com informações do Conselho Regional de Farmácia

Você já ouviu falar de Cronofarmacologia? É a ciência que estuda o horário adequado para uso de cada tipo de medicamento. Ela relaciona os efeitos dos medicamentos em função das horas do dia, baseado no fato de que os ritmos biológicos nos seres vivos obedecem a diversos estímulos, sejam eles internos ou externos e que algumas substâncias são produzidas apenas em determinados horários como, por exemplo, à noite.

A importância de conhecer essas funções biológicas serve para evitar efeitos secundários e permite a administração de medicamentos em horas adequadas podendo aumentar a eficácia do medicamento numa determinada hora e reduzir efeitos adversos em outros períodos.

As crises de asma, por exemplo, acontecem geralmente à noite. De acordo com a Cronofarmaologia, a dose utilizada durante o dia pode ser menor, diminuindo os efeitos colaterais e aumentada durante a noite para evitar o início de uma nova crise.

Atualmente muitos medicamentos seguem essa tendência e possuem em sua formulação compostos de liberação lenta, justamente para que seu pico de ação se estenda ou para que seu composto seja absorvido por um período maior de tempo. Esse é o exemplo de medicamentos cardiovasculares. A maior incidência de infarto ocorre no período da manhã, devido ao aumento da pressão arterial após o término do período de repouso. Por isso é importante que o medicamento ainda faça efeito no organismo.

Considerando que cada organismo é diferente, é importante alertar sobre o uso indiscriminado de medicamentos que pode acarretar em efeitos colaterais mais graves ou na ineficácia do composto ativo quando utilizado em horários ou posologias erradas. O farmacêutico é capaz de alertar e indicar a melhor forma de consumir um medicamento, utilizando de técnicas como a cronofarmacologia, para que o paciente tenha melhor qualidade de vida e utilize os medicamentos com eficácia.

- Exames laboratoriais podem ter resultados alterados com uso de medicamentos

O paciente muitas vezes não sabe, mas o uso de medicamentos antes da realização do exame pode ocasionar interferência nos resultados finais e implicar em um tratamento que pode não ter necessidade.

O farmacêutico laboratorial é o único profissional capaz de analisar influências medicamentosas, porém no laboratório dificilmente ele tem contato com o paciente no momento da coleta. Nesta etapa então é fundamental que os profissionais envolvidos sejam treinados e estejam preparados para questionar o paciente sobre o uso de qualquer medicamento, mesmo que semanas antes do exame. Assim que o material é encaminhado para análise, o farmacêutico, munido com as informações previamente colhidas, pode confrontar com o resultado apontado no exame e muitas vezes interceptar uma alteração que poderia levar o próprio médico a tratar de uma doença sem necessidade ou de forma equivocada.

Por Laelie Machado

Com informações do Conselho Regional de Farmácia

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