Segundo especialista, se automedicar com uso de analgésicos, pode piorar a dor de cabeça.

Automedicação é prejudicial à saúde

Atualizado: Segunda-feira, 22 Abril de 2013 as 9:06

Seja em propagandas na TV, rádio, outdoors e até mesmo em consulta médica, os conselhos para não tomar medicamentos sem prescrição médica são muitos. Uma dorsinha aqui, outra ali, e o que recorremos para aliviar, é aquele remédio que todos falam e fáceis de ter em casa. Mas esse não é o caminho certo. Os análgesicos comuns (sem receita médica) pode piorar as crises.

“Existe uma multidão de pessoas que tem dor de cabeça quase todos os dias e vivem a base de analgésicos. O ideal, nesses casos é iniciar um tratamento preventivo, mudança de estilo de vida e cessar o uso abusivo de tais medicamentos”, segundo o Neurologista Leandro Teles,
formado e especializado pela Universidade de São Paulo.
 
Automedicação é prejudicial à saúdeO uso de análgesicos simples são indicados para doenças agudas ou para pessoas que eventualmente sofrem com dor de cabeça. Já para aquelas que tem mais que duas crises de dores fortes por mês, é aconselhável um tratamento preventivo. “O uso excessivo de analgésico transforma uma enxaqueca eventual em uma enxaqueca crônica, com frequência muito elevada de crises, por vezes todos os dias. Para saber se você usa analgésicos demais bastar contar o número de comprimidos usados em uma semana, se for mais que 2, você está fazendo mais mal do que bem à sua saúde” orienta o especialista.
 
Há um diagnóstico preciso do tipo de dor e seu tratamento:
 
TENSIONAL: são dores mais leves, constantes, bilaterais, tipo aperto, sem náuseas.
 
ENXAQUECA: dores mais intensas, pulsáteis, lateralizadas, com intolerância à luz, cheiro e ruídos, acompanhada de náuseas. 
 
Se as dores persistirem, é altamente recomendado a procura de especialistas capacitados para indicar o melhor tratamento para a doença, evitando o uso de medicamentos que podem complicar o tratamento.
 
 
Com informações de: Assessoria de Imprensa Sacha Silveira

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