Taxa de cesáreas dobra na Inglaterra em 30 anos

Taxa de cesáreas dobra na Inglaterra em 30 anos

Atualizado: Sexta-feira, 8 Outubro de 2010 as 9:30

A maioria das cesarianas feitas na Inglaterra foram realizadas por razões médicas, segundo a revisão de 620 mil nascimentos no país em 2008.

Grandes variações foram encontradas de hospital para hospital, mas por questões diferentes da prática, disse a equipe de obstetras e ginecologistas do Royal College.

De acordo com uma reportagem publicada no site da "BBC News", as taxas de cesariana dobraram desde 1980.

Longe de ser uma alternativa "fácil" ao parto normal, ainda é considerada uma grande cirurgia, apesar do aumento da segurança nas últimas duas décadas, o que reduziu a necessidade de anestésicos gerais.

Como qualquer outra grande operação, acarreta o risco de hemorragia e infecção. Geralmente, é reservada para os casos em que os riscos de parir são maiores do que os de uma cesariana.

AUMENTO ACENTUADO

No entanto, a razão para o aumento acentuado da cesariana não está totalmente clara, sob suspeita que algumas mulheres de baixo realizam o procedimento por motivos que não são relacionados à medicina.

O estudo publicado no "British Medical Journal" analisou dados de mais de 620.000 nascimentos na Inglaterra em 2008.

Entre eles, 147.726 nasceram por cesariana, e as razões para esta escolha foram analisadas.

Motivos médicos foram os mais comuns --nove em cada dez mulheres--, e 71% das mulheres que haviam feito uma cesariana previamente optaram por outra.

A maioria das mulheres com complicações médicas sérias durante o trabalho parto também realizaram a operação.

Não havia nenhuma evidência de mulheres de baixo risco fizeram cesarianas por motivos inadequados.

A falta de uma definição médica precisa para o chamado "sofrimento fetal" ou para a dificuldade do trabalho de parto, em geral, pode ser responsável. Alguns médicos e parteiras ainda não são preparados para permitir que o trabalho de parto continue, naturalmente, após a identificação de problemas potenciais.

Os pesquisadores disseram: "Parece improvável que a solicitação materna, na ausência de qualquer indicação clínica, contribui substancialmente para o aumento das taxas".

A maioria das cesarianas feitas na Inglaterra foram realizadas por razões médicas, segundo a revisão de 620 mil nascimentos no país em 2008.

Grandes variações foram encontradas de hospital para hospital, mas por questões diferentes da prática, disse a equipe de obstetras e ginecologistas do Royal College.

De acordo com uma reportagem publicada no site da "BBC News", as taxas de cesariana dobraram desde 1980.

Longe de ser uma alternativa "fácil" ao parto normal, ainda é considerada uma grande cirurgia, apesar do aumento da segurança nas últimas duas décadas, o que reduziu a necessidade de anestésicos gerais.

Como qualquer outra grande operação, acarreta o risco de hemorragia e infecção. Geralmente, é reservada para os casos em que os riscos de parir são maiores do que os de uma cesariana.

AUMENTO ACENTUADO

No entanto, a razão para o aumento acentuado da cesariana não está totalmente clara, sob suspeita que algumas mulheres de baixo realizam o procedimento por motivos que não são relacionados à medicina.

O estudo publicado no "British Medical Journal" analisou dados de mais de 620.000 nascimentos na Inglaterra em 2008.

Entre eles, 147.726 nasceram por cesariana, e as razões para esta escolha foram analisadas.

Motivos médicos foram os mais comuns --nove em cada dez mulheres--, e 71% das mulheres que haviam feito uma cesariana previamente optaram por outra.

A maioria das mulheres com complicações médicas sérias durante o trabalho parto também realizaram a operação.

Não havia nenhuma evidência de mulheres de baixo risco fizeram cesarianas por motivos inadequados.

A falta de uma definição médica precisa para o chamado "sofrimento fetal" ou para a dificuldade do trabalho de parto, em geral, pode ser responsável. Alguns médicos e parteiras ainda não são preparados para permitir que o trabalho de parto continue, naturalmente, após a identificação de problemas potenciais.

Os pesquisadores disseram: "Parece improvável que a solicitação materna, na ausência de qualquer indicação clínica, contribui substancialmente para o aumento das taxas".

A maioria das cesarianas feitas na Inglaterra foram realizadas por razões médicas, segundo a revisão de 620 mil nascimentos no país em 2008.

Grandes variações foram encontradas de hospital para hospital, mas por questões diferentes da prática, disse a equipe de obstetras e ginecologistas do Royal College.

De acordo com uma reportagem publicada no site da "BBC News", as taxas de cesariana dobraram desde 1980.

Longe de ser uma alternativa "fácil" ao parto normal, ainda é considerada uma grande cirurgia, apesar do aumento da segurança nas últimas duas décadas, o que reduziu a necessidade de anestésicos gerais.

Como qualquer outra grande operação, acarreta o risco de hemorragia e infecção. Geralmente, é reservada para os casos em que os riscos de parir são maiores do que os de uma cesariana.

AUMENTO ACENTUADO

No entanto, a razão para o aumento acentuado da cesariana não está totalmente clara, sob suspeita que algumas mulheres de baixo realizam o procedimento por motivos que não são relacionados à medicina.

O estudo publicado no "British Medical Journal" analisou dados de mais de 620.000 nascimentos na Inglaterra em 2008.

Entre eles, 147.726 nasceram por cesariana, e as razões para esta escolha foram analisadas.

Motivos médicos foram os mais comuns --nove em cada dez mulheres--, e 71% das mulheres que haviam feito uma cesariana previamente optaram por outra.

A maioria das mulheres com complicações médicas sérias durante o trabalho parto também realizaram a operação.

Não havia nenhuma evidência de mulheres de baixo risco fizeram cesarianas por motivos inadequados.

A falta de uma definição médica precisa para o chamado "sofrimento fetal" ou para a dificuldade do trabalho de parto, em geral, pode ser responsável. Alguns médicos e parteiras ainda não são preparados para permitir que o trabalho de parto continue, naturalmente, após a identificação de problemas potenciais.

Os pesquisadores disseram: "Parece improvável que a solicitação materna, na ausência de qualquer indicação clínica, contribui substancialmente para o aumento das taxas".

A maioria das cesarianas feitas na Inglaterra foram realizadas por razões médicas, segundo a revisão de 620 mil nascimentos no país em 2008.

Grandes variações foram encontradas de hospital para hospital, mas por questões diferentes da prática, disse a equipe de obstetras e ginecologistas do Royal College.

De acordo com uma reportagem publicada no site da "BBC News", as taxas de cesariana dobraram desde 1980.

Longe de ser uma alternativa "fácil" ao parto normal, ainda é considerada uma grande cirurgia, apesar do aumento da segurança nas últimas duas décadas, o que reduziu a necessidade de anestésicos gerais.

Como qualquer outra grande operação, acarreta o risco de hemorragia e infecção. Geralmente, é reservada para os casos em que os riscos de parir são maiores do que os de uma cesariana.

AUMENTO ACENTUADO

No entanto, a razão para o aumento acentuado da cesariana não está totalmente clara, sob suspeita que algumas mulheres de baixo realizam o procedimento por motivos que não são relacionados à medicina.

O estudo publicado no "British Medical Journal" analisou dados de mais de 620.000 nascimentos na Inglaterra em 2008.

Entre eles, 147.726 nasceram por cesariana, e as razões para esta escolha foram analisadas.

Motivos médicos foram os mais comuns --nove em cada dez mulheres--, e 71% das mulheres que haviam feito uma cesariana previamente optaram por outra.

A maioria das mulheres com complicações médicas sérias durante o trabalho parto também realizaram a operação.

Não havia nenhuma evidência de mulheres de baixo risco fizeram cesarianas por motivos inadequados.

A falta de uma definição médica precisa para o chamado "sofrimento fetal" ou para a dificuldade do trabalho de parto, em geral, pode ser responsável. Alguns médicos e parteiras ainda não são preparados para permitir que o trabalho de parto continue, naturalmente, após a identificação de problemas potenciais.

Os pesquisadores disseram: "Parece improvável que a solicitação materna, na ausência de qualquer indicação clínica, contribui substancialmente para o aumento das taxas".

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