Após terremoto, Chile se reergue e turismo diversificado cresce

Após terremoto, Chile se reergue e turismo diversificado cresce

Atualizado: Quarta-feira, 8 Dezembro de 2010 as 1:34

Em 2010, os brasileiros --e o mundo- conheceram um pouco mais sobre o Chile, que viveu dois momentos trágicos: o terremoto de fevereiro, com mais de 700 mortos, e os mineiros presos, e resgatados com direito a imensa expectativa e final feliz, da mina de San José.

Jornais, sites e programas de televisão dedicaram tempo e espaço à cobertura desses eventos involuntários ocorridos num país sul-americano que é conhecido por sua diversidade turística e por uma economia relativamente bem-organizada.

Com tanta preocupação e suspense, o Chile não comemorou direito o seu Bicentenário da Independência, em setembro, enquanto os mineiros ainda aguardavam o resgate, afinal, apoteótico.

Nesta edição, o caderno de Turismo da Folha mostra a capital, Santiago, a região dos Lagos e as cidades de Viña del Mar e Valparaíso. Na capital, museus como o Histórico Nacional e o de Belas Artes, que ficaram fechados por alguns meses após o terremoto, já estão funcionando normalmente.

Segundo a Prefeitura de Santiago, apenas o Palácio Cousiño, casa onde morou uma das famílias mais importantes do país, ainda está fechado. A vinícola Concha y Toro, nos arredores da capital, a mais visitada por turistas e a principal exportadora de vinhos do Chile, ficou 12 dias de portas fechadas.

Mas o Chile voltou à normalidade também no quesito turismo, como mostra um passeio pelo centro santiaguino ou mesmo uma viagem à região dos Lagos.

O local em que os mineiros foram resgatados também já virou local de visitação. Ainda não há um centro oficial, mas turistas vão até lá para conhecer um pouco da história que emocionou o mundo.

Outro roteiro permeado pela emoção, no bairro da Bellavista, mostra uma das casas do poeta Pablo Neruda (1904-1973).

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