Brasileiros estão entre os que mais compram imóveis na Flórida

Brasileiros estão entre os que mais compram imóveis na Flórida

Atualizado: Quarta-feira, 26 Outubro de 2011 as 8:47

De acordo com levantamento da NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos Estados Unidos, na sigla em inglês), os brasileiros foram responsáveis por 8% de todas as compras de imóveis vendidos para estrangeiros entre julho de 2010 e junho de 2011 no estado norte-americano, enquanto os canadenses compraram 39% dos imóveis no mesmo período.

Foto: Eduardo Vessoni/UOL

Os venezuelanos e britânicos apareceram logo em seguida e compraram 7% do total de imóveis vendidos para estrangeiros na Flórida no período analisado.

Em relação ao ano anterior, a participação dos brasileiros mais do que dobrou: no levantamento de 2010, os brasileiros eram responsáveis por 3% dos imóveis vendidos para estrangeiros no estado norte-americano. 

Preço

De acordo com o NAR, quase um terço dos imóveis comprados pelos brasileiros (30%) custava US$ 99.999 mil ou menos. Já 17% dos imóveis tinham preços entre US$ 100 mil e US$ 199,999 mil.

Os imóveis na faixa de preços entre US$ 200 mil e US$ 299,999 mil representaram 21% das compras dos brasileiros, enquanto 9% compraram imóveis com preços entre US$ 300 mil e US$ 399,999 mil.

Os empreendimentos de maior valor, entre US$ 500 mil e US$ 749,999 mil, foram escolhidos por 13% dos brasileiros, enquanto aqueles com preços entre US$ 750 mil e US$ 999,999 mil foram a opção de 9% dos compradores.

Por fim, os imóveis com preços acima de US$ 1 milhão foram comprados por 2% dos brasileiros. Com isso, o preço médio pago pelos brasileiros na compra de imóveis na Flórida foi de US$ 215 mil nos doze meses encerrados em junho de 2011.

Regiões

De acordo com o levantamento, 41% dos estrangeiros que compraram imóveis na Flórida eram do Canadá ou do México. Os latino-americanos apareceram em seguida, representando pouco mais de um quarto (26%) do total de compradores estrangeiros na região.

Já os compradores da Europa Ocidental foram responsáveis por 23% do total de negócios. Com bem menos expressão, os asiáticos compraram 4%, enquanto aqueles da Europa Oriental foram responsáveis por 3% do total.

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