Conheça dez maneiras de amar a Paraíba instantaneamente

Conheça dez maneiras de amar a Paraíba instantaneamente

Atualizado: Segunda-feira, 21 Março de 2011 as 1:52

10º - Niemeyer na Paraíba

Nem só de grupos escolares vive a Estação Ciência de João Pessoa. Vale visitar para conhecer o complexo projetado por Oscar Niemeyer, que foi aberto em 2008. Nesta semana, estão em exposição gravuras de Heloísa Pires. Hoje, será aberta a exposição "Simplesmente Mulher". Fica na avenida João Cirillo da Silva, s/n, em Cabo Branco

9º - Bistrô paraibano

Um bistrô no centro de Bananeiras, que utiliza técnicas requintadas em pratos de ingredientes regionais. A ideia do casal Aurélio e Paula deu certo. Resultado: o Sabor e Vinil vive cheio. Tem gente de outras cidades (e Estados) que pega a estrada só para provar pratos como o filé de tilápia com crosta de gergelim em redução de jaboticaba picante e o risoto de pesto brejeiro com cachaça. O prato mais caro custa R$ 18

8º - Sabor regional

Em João Pessoa, não deixe de conhecer o restaurante Vila Cariri (www.vilacariri.com.br), um dos melhores da cidade para provar a culinária regional. Destaque para os pratos com feitos com carne de bode. Se preferir um clima de praia, vá ao Canyon de Coqueirinho (www.restaurantecanyon.com), no Conde. Ali, prove a moqueca (R$ 80), que serve bem duas pessoas. Se der sorte, a mãe da dona também estará por lá, preparando bolinhos de arroz e tortas de banana

7º - Mercado Municipal

Nenhuma viagem fica completa sem uma passadinha pelo mercado municipal. Aproveite a simpatia dos vendedores do mercado de João Pessoa para provar sabores como os da seriguela, do cajá e da mangaba. O mercado passou recentemente por uma reestruturação. Está mais organizado e mais bonito. Se o passeio abrir o apetite, vá até a praça de alimentação e prove o sabor da Paraíba juntos aos locais

6º - Bar da Fava

Todos os dias dona Detinha cozinha fava. E todos os dias aparece alguém lá para provar. A fama se espalhou por Bananeiras, e agora dona Detinha abre as portas de casa para receber os comensais na sua pequena sala. É só chegar, bater palmas, gritar "ô, de casa!", e se deliciar. A caneca com o caldinho, para uma pessoa, custa R$ 2,50. Ela recomenda também o toucinho, a buchada e as cachaças da região

5º - Festa no interior

Em Bananeiras, as festas populares têm sabor diferente. O Carnaval é tranquilo, com crianças saindo às ruas de máscara para brincar com turistas e moradores em troca de balas ou alguns trocados. No São João, a festa se estende por todo o mês de junho, com novenas, apresentação de quadrilhas, muita canjica e pamonha

4º - Caminhos dos engenhos

A cachaça paraibana já está entre as melhores do país. Um roteiro pelos engenhos é rico em sabor e história (leia mais na página ao lado). Estando em Bananeiras, não deixe de ir ao engenho da cachaça Rainha e ao engenho da Cobiçada. A visita pode ser agendada pelos telefones 0/xx/83/3231-9877 ou 0/xx/83/3241-3105

3º - Conjunto São Francisco

Um dos complexos barrocos mais importantes -- e impressionantes -- do Brasil. Tire pelo menos uma hora para visitar o conjunto que começou a ser construído em 1589, mas só foi finalizado em 1778. Ele abriga o adro da igreja de São Francisco, o convento igreja de São Francisco, o cruzeiro da igreja de São Francisco, a fonte de Santo Antônio, a igreja de São Francisco e o relógio de sol. Na praça de São Francisco, s/n, no Centro

2º - Rota de ateliês

Apareça na casa de artistas paraibanos como Clóvis Junior (www.clovisjunior.com.br) e Flávio Tavares, e do pintor, escultor e ceramista pernambucano (mas paraibano de coração) Miguel dos Santos (www.migueldossantos.com.br). Este último assina a obra "A Pedra do Reino", em homenagem ao escritor paraibano Ariano Suassuna, que fica no centro de João Pessoa. Ligue antes para marcar sua visita: Clóvis Junior (0/xx/83/9332-3810); Flávio Tavares (0/xx/83/3226-5022) e Miguel dos Santos (0/xx/83/3241-2080).

1º - Buchada de bode

Ir embora da Paraíba sem provar a buchada de bode do seu Josa, com mais de 60 anos, é o mesmo que não ir à Paraíba. Ele vende caldo de mocotó, buchada de bode e picadinho de porco na feira do Tabuleiro aos domingos, em Bananeiras. Às 8h da matina já tem gente mandando ver nas delícias. Cada prato custa cerca de R$ 4. O trabalho é em família: o filho mata o bode, a mãe cozinha e o pai vende

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