Cosmopolita, Genebra, na Suíça, encanta

Cosmopolita, Genebra, na Suíça, encanta

Atualizado: Sexta-feira, 26 Fevereiro de 2010 as 12

Andando pelas ruas de Genebra, guiado por seu mapinha recebido no hotel, você caminha em busca de um dos vários museus da cidade. Em um mesmo quarteirão de uma das avenidas mais movimentadas do local é possível escutar dois amigos conversando em francês, um casal falando alemão, uma mãe brincando com seu filho em inglês, duas mocinhas se divertindo em italiano e até mesmo dois rapazes discutindo religião em português. E não se trata de outros turistas, como você. São cidadãos que realmente moram ali. Não é exagero. Genebra, como talvez nenhuma outra cidade do mundo, é multicultural.

É claro que ser a sede da ONU no mundo facilita a vinda de centenas de pessoas de outras nacionalidades, mas não é apenas a instituição que zela pela paz no mundo ou o CERN (o centro de pesquisas que estuda a física de partículas) os responsáveis pelos muitos não-suíços em Genebra. Pessoas de todo o mundo vêm à cidade para negócios, para fazer cursos e para usar a cidade como ponto de entrada na Suíça depois de viajar pela França ou pela Itália.

Apesar de ser uma das grandes atrações, Genebra tem muito mais do que o imponente Jet d'Eau a oferecer. Com vários museus, parques lindíssimos e até sítios arqueológicos, a cidade também conta com tributos a importantes pensadores, como Rousseau e João Calvino.

Seja no inverno com temperaturas abaixo de zero, quando os renomados chocolates são mais do que bem-vindos e as casas tradicionais são uma alegria para os olhos com neve no telhado, ou no verão, quando todas as espécies de flores do Jardim Inglês estão mais bonitas para as fotos dos turistas, Genebra convida à estadia em seus cosmopolitas limites.

Apesar de bastante segura e com policiais por toda a parte, é importante ficar atento à movimentações estranhas na rua, principalmente se você está com uma câmera em punho.

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