Cyberturista viaja pelo mundo sem sair de casa

Cyberturista viaja pelo mundo sem sair de casa

Atualizado: Quarta-feira, 24 Agosto de 2011 as 11:30

As novas tecnologias permitem aos que não podem conferir pessoalmente, ou não queiram ir até lá, ter a opção de dar a volta ao mundo por meio de um computador com conexão à internet e a varinha mágica do século 21: o mouse.

Viagem ao passado, destino Itália

O Vaticano é menor Estado do mundo. Para ser um lugar tão pequeno contém grandes maravilhas históricas como a Basílica de São Pedro, a Capela Sistina e a Necrópole Vaticana, com acesso tão limitado que os visitantes esperam até um mês ao menos para poder contemplá-las.

As filas não existem para o "cyberturista", que pode contemplar, por exemplo, a belíssima Capela Sistina na visita "online" disponível pelo site do Vaticano. Os aplicativos permitem mergulhar nos estreitos corredores da necrópole sem ter de seguir as indicações do guia. Para parar e contemplar os mausoléus basta apenas um clique, que uma informação detalhada sobre o que está vendo surge na tela.    

Viagem artística, rumo à arte hispânica A Fundação Telefónica desenvolveu o programa "Ars Virtual", um projeto que pretende divulgar e promover o patrimônio histórico da América Latina, Espanha e Marrocos, por meio de visitas guiadas na internet.

Cada um dos passeios virtuais 3D permite descobrir grande quantidade de detalhes, alguns não acessíveis ao grande público. Conhecer o passado de outras civilizações é também o objetivo de "Eduteka", outro site que não pode faltar no caderninho de anotações de quem quer aprender sobre história, cultura e arte.

O gigante Google criou o "Art Project", um portal que reúne os 17 museus e galerias de arte mais importantes do mundo. Esse site abre as portas para entrar no portal do "Moma", de Nova York, no da "Tate Modern", em Londres e no Museu Rainha Sofía, em Madri.

Os museus com visitas online passam a sensação de que a pessoa está realmente presente no local, que está dentro do museu admirando os quadros, com a vantagem de não ter qualquer ruído ou incômodo. Existe ainda a opção de ampliar cada obra em grande resolução.

Entretanto, existe um ponto negativo. Para se ter material de tanta qualidade é necessária alta resolução do material gráfico, o que torna os museus virtuais sites lentos, difíceis de carregar se o computador não tem conexão de alta qualidade.

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