Água e verde conduzem passeios pela Noruega

Água e verde conduzem passeios pela Noruega

Atualizado: Sexta-feira, 8 Outubro de 2010 as 12:39

A Noruega tem um quê de Amazônia. Não chegar a conhecê-la é deixar de ver outra maravilha da Terra.

O país escandinavo de escassa população fica no norte longínquo de áreas mais habitadas e cosmopolitas, como metade do Brasil. A natureza é portentosa, quase

opressora. Há água por toda parte.E muitas árvores.

A semelhança aparente talvez ajude a entender por que a nação norueguesa se prontificou a doar até US$ 1 bilhão para o Fundo Amazônia nos próximos cinco anos e, com isso, ajudar a conter o nosso desmatamento.

As semelhanças terminam aí. Para começar, os noruegueses têm o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do planeta.Vive-se muito bem, com a renda do petróleo descoberto no mar do Norte,há quatro décadas.

O resultado fica bem visível na paisagem. Em poucos lugares se depara com harmonia tão evidente entre natureza e cultura, vida selvagem e engenharia.

Caminho do norte

Casinhas vermelhas pontilham as encostas. Estradas estreitas serpenteiam na trilha de rios encachoeirados. Quase não se veem muros de concreto, só de pedras, e até as hidrelétricas ficam embutidas nas montanhas.

Parece uma maquete,mas é um país. Um reino com 4,9 milhões de súditos e um mapa que se alonga por dois milhares de quilômetros em direção ao Círculo Polar Ártico. A geografia explica por que "Norge", o nome da terra em norueguês, quer dizer "caminho do norte".

Na penúltima semana de setembro, a Noruega ainda é visitável por brasileiros que não esquiam. O final do verão nórdico tem temperaturas entre 4 ºC na madrugada e 14 ºC de dia. Nada que não se resolva com um bom casaco para barrar vento e chuva.

É o fim da temporada. Recomenda-se ir ao país no início, em maio. Embora ainda frio, o campo se enche de flores e se põe ainda mais bonito( como se fosse necessário).

A Noruega tem um quê de Amazônia. Não chegar a conhecê-la é deixar de ver outra maravilha da Terra.

O país escandinavo de escassa população fica no norte longínquo de áreas mais habitadas e cosmopolitas, como metade do Brasil. A natureza é portentosa, quase

opressora. Há água por toda parte.E muitas árvores.

A semelhança aparente talvez ajude a entender por que a nação norueguesa se prontificou a doar até US$ 1 bilhão para o Fundo Amazônia nos próximos cinco anos e, com isso, ajudar a conter o nosso desmatamento.

As semelhanças terminam aí. Para começar, os noruegueses têm o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do planeta.Vive-se muito bem, com a renda do petróleo descoberto no mar do Norte,há quatro décadas.

O resultado fica bem visível na paisagem. Em poucos lugares se depara com harmonia tão evidente entre natureza e cultura, vida selvagem e engenharia.

Caminho do norte

Casinhas vermelhas pontilham as encostas. Estradas estreitas serpenteiam na trilha de rios encachoeirados. Quase não se veem muros de concreto, só de pedras, e até as hidrelétricas ficam embutidas nas montanhas.

Parece uma maquete,mas é um país. Um reino com 4,9 milhões de súditos e um mapa que se alonga por dois milhares de quilômetros em direção ao Círculo Polar Ártico. A geografia explica por que "Norge", o nome da terra em norueguês, quer dizer "caminho do norte".

Na penúltima semana de setembro, a Noruega ainda é visitável por brasileiros que não esquiam. O final do verão nórdico tem temperaturas entre 4 ºC na madrugada e 14 ºC de dia. Nada que não se resolva com um bom casaco para barrar vento e chuva.

É o fim da temporada. Recomenda-se ir ao país no início, em maio. Embora ainda frio, o campo se enche de flores e se põe ainda mais bonito( como se fosse necessário).

A Noruega tem um quê de Amazônia. Não chegar a conhecê-la é deixar de ver outra maravilha da Terra.

O país escandinavo de escassa população fica no norte longínquo de áreas mais habitadas e cosmopolitas, como metade do Brasil. A natureza é portentosa, quase

opressora. Há água por toda parte.E muitas árvores.

A semelhança aparente talvez ajude a entender por que a nação norueguesa se prontificou a doar até US$ 1 bilhão para o Fundo Amazônia nos próximos cinco anos e, com isso, ajudar a conter o nosso desmatamento.

As semelhanças terminam aí. Para começar, os noruegueses têm o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do planeta.Vive-se muito bem, com a renda do petróleo descoberto no mar do Norte,há quatro décadas.

O resultado fica bem visível na paisagem. Em poucos lugares se depara com harmonia tão evidente entre natureza e cultura, vida selvagem e engenharia.

Caminho do norte

Casinhas vermelhas pontilham as encostas. Estradas estreitas serpenteiam na trilha de rios encachoeirados. Quase não se veem muros de concreto, só de pedras, e até as hidrelétricas ficam embutidas nas montanhas.

Parece uma maquete,mas é um país. Um reino com 4,9 milhões de súditos e um mapa que se alonga por dois milhares de quilômetros em direção ao Círculo Polar Ártico. A geografia explica por que "Norge", o nome da terra em norueguês, quer dizer "caminho do norte".

Na penúltima semana de setembro, a Noruega ainda é visitável por brasileiros que não esquiam. O final do verão nórdico tem temperaturas entre 4 ºC na madrugada e 14 ºC de dia. Nada que não se resolva com um bom casaco para barrar vento e chuva.

É o fim da temporada. Recomenda-se ir ao país no início, em maio. Embora ainda frio, o campo se enche de flores e se põe ainda mais bonito( como se fosse necessário).

A Noruega tem um quê de Amazônia. Não chegar a conhecê-la é deixar de ver outra maravilha da Terra.

O país escandinavo de escassa população fica no norte longínquo de áreas mais habitadas e cosmopolitas, como metade do Brasil. A natureza é portentosa, quase

opressora. Há água por toda parte.E muitas árvores.

A semelhança aparente talvez ajude a entender por que a nação norueguesa se prontificou a doar até US$ 1 bilhão para o Fundo Amazônia nos próximos cinco anos e, com isso, ajudar a conter o nosso desmatamento.

As semelhanças terminam aí. Para começar, os noruegueses têm o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do planeta.Vive-se muito bem, com a renda do petróleo descoberto no mar do Norte,há quatro décadas.

O resultado fica bem visível na paisagem. Em poucos lugares se depara com harmonia tão evidente entre natureza e cultura, vida selvagem e engenharia.

Caminho do norte

Casinhas vermelhas pontilham as encostas. Estradas estreitas serpenteiam na trilha de rios encachoeirados. Quase não se veem muros de concreto, só de pedras, e até as hidrelétricas ficam embutidas nas montanhas.

Parece uma maquete,mas é um país. Um reino com 4,9 milhões de súditos e um mapa que se alonga por dois milhares de quilômetros em direção ao Círculo Polar Ártico. A geografia explica por que "Norge", o nome da terra em norueguês, quer dizer "caminho do norte".

Na penúltima semana de setembro, a Noruega ainda é visitável por brasileiros que não esquiam. O final do verão nórdico tem temperaturas entre 4 ºC na madrugada e 14 ºC de dia. Nada que não se resolva com um bom casaco para barrar vento e chuva.

É o fim da temporada. Recomenda-se ir ao país no início, em maio. Embora ainda frio, o campo se enche de flores e se põe ainda mais bonito( como se fosse necessário).

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