Palermo ousa e tem moda que vai do punk ao chique

Palermo ousa e tem moda que vai do punk ao chique

Atualizado: Quinta-feira, 18 Março de 2010 as 12

Você não terá conhecido Buenos Aires se não for à região de Palermo. Ficam em Palermo Soho e Palermo Hollywood os redutos das lojas mais descoladas e com modelos exclusivos. Para quem tem filhos pequenos, então, o lugar é um paraíso.

Perdendo-se pelas ruas e pelas vielas destes dois bairros - colados um no outro- você encontrará lojas como a Pimp My Kid (veja endereço abaixo), que substitui vestidinhos cor-de-rosa e cheios de nhe-nhe-nhem para as meninas por peças com motivos punk, hardcore, folk, grunge e por aí vai.

Difícil resistir às camisetas com estampas de filmes clássicos, como "Laranja Mecânica", com modelos para meninos e meninas. Acredite: quem não tem filhos acaba comprando para filhos de amigos. Ou só para não perder a viagem.

Outra boa parada para vestir os "niños" é a Owoko, que tem peças divertidas. Por vezes, os jacarés dentuços das estampas extrapolam os limites da roupa e ficam com os rabos de fora.

Para as mulheres, as lojas de sapato são de tirar o fôlego. A preços salgados, entre 500 e 750 pesos (um peso vale cerca de R$ 0,45), a loja Divia tem modelos feitos artesanalmente.

Para calçados masculinos, vá à Postman, que trabalha com poucos e lindos modelos de sapatos e botas. Fique antento à numeração argentina, que é diferente da nossa. Na mesma rua, siga até o número 1.986 para conferir a coleção de Paola Cohen, uma das entrevistadas desta edição.

Entre as peças, vestidinhos graciosos, com algo retrô. Estilista há quatro anos, Paola Cohen, 44, era designer de interiores antes de entrar para o mundo da moda. Recentemente, fez uma coleção inspirada na capital argentina, chamada "Milonga Buenos Aires".

PIMP MY KID

Pasaje Santa Rosa, 4.932

Para crianças de zero a 12 anos

OWOKO

El Salvador, 4.694, Palermo Viejo

DIVIA

Armenia, 1.489, Palermo Viejo; tel.: 00/xx/54/11/4831-9090

POSTMAN

Armenia, 1.555

PAOLA COHEN

Armenia, 1.986

Postado por: Felipe Pinheiro

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