Turistas ingleses estão otimistas com férias de 2010

Turistas ingleses estão otimistas com férias de 2010

Atualizado: Terça-feira, 8 Setembro de 2009 as 12

Um relatório anual de tendências, publicado pela "Thomson" e "First Choice", revela que os turistas britânicos estão otimistas para 2010. O resultado deriva de um inquérito on-line numa amostra de mil pessoas.

Destas, 80% considera que o atual clima econômico não vai afetar os seus planos de férias para 2010; cerca de metade dos inquiridos planeia gastar o mesmo que este ano; e uns encorajadores 24% esperam gastar mais.

Do universo inquirido, 6% afirma ter optado pelos pacotes turísticos por oferecerem uma maior segurança, em caso de colapso da companhia aérea. Curiosamente, a percentagem sobe para 13% quando a pergunta é relativa às férias de 2010.

E quanto mais as tarifas dos hotéis caírem, maiores são as expectativas dos britânicos relativamente ao alojamento. Assim, 46% assume que irá usar o argumento da recessão para reservar hotéis de cinco estrelas aos preços dos de quatro e três estrelas.

Além disso, mais de 23% espera comprar voos de longo curso pelo preço de um voo para um destino perto de casa. E 18% dos inquiridos mostra-se interessado nos upgrades dos voos, sobretudo das companhias que preferem ver os lugares premium ocupados.

A proporção de pessoas que planeja reservar férias All-Inclusive também aumenta de 10% para 16% no próximo ano. Esta é uma tendência prevista pela "Thomson" e "First Choice" em 2008, e que se deverá manter.

E apesar da pressão da recessão, o relatório do tour operator também indica que o ambiente e sustentabilidade são agora preocupações das massas. Seis em dez pessoas afirmam que preferem reservar numa empresa que têm práticas ambientais verdes, desde dar emprego aos locais, a preferirem produtores locais, e que antes querem ficar em hotéis que não desperdiçam energia.

De salientar ainda que os turistas ingleses já estão habituados à ideia da Gripe A, de acordo com este relatório. Assim, seis em dez pessoas dizem não ter previsto qualquer alteração de plano de viagem em função da pandemia. No plano inverso, apenas um em dez afirma estar susceptível a alterações causadas pela Gripe A.

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