Vibrante e portuária, Busan é a segunda maior cidade da Coreia do Sul

Vibrante e portuária, Busan é a segunda maior cidade da Coreia do Sul

Atualizado: Sexta-feira, 1 Outubro de 2010 as 12:37

Segunda maior cidade da Coreia do Sul, Busan tem o porto mais importante do país, um estranho mercado de peixes que costuma regar os animais vivos constantemente e uma ponte suspensa que para nós, brasileiros, lembra muito a Hercílio Luz, em Florianópolis.

Mas, de acordo com o guia Hong Man Je, que adotou a alcunha de Jaime para facilitar a pronúnica dos turistas brasileiros e latinos, os três símbolos da cidade são outros: as camélias vermelhas, os pelicanos e o ferry que transporta as pessoas para o Japão, cuja ilha mais próxima se situa a 56 quilômetros de distância.

O ferry dispensa explicações. Os pelicanos não causam nenhuma surpresa numa cidade litorânea. Já as camélias merecem um comentário um pouco mais longo. Elas têm um significado tão especial entre os habitantes locais que ganharam um parque chamado "Ilha das Camélias", ou Fuknoka, em coreano.

Frequentado pelos locais tarde da noite ou nas primeiras horas da manhã, o arborizado parque tem pequenos templos orientais, uma bela passarela de madeira à beira do rochedo à beira-mar e uma linda vista para a ponte Gwangan. Ao desbravar a área, vale a pena dar uma esticada pela praia Haenduae, cujo calçadão vive um constante vai-e-vem de ciclistas, pedestres e crianças.

No caminho, uma parada no Aquário de Bussan (www.busanaquarium.com) desvenda os mistérios do fundo mar, com sua grande variedade de animais, incluindo diferentes espécies de águas-vivas, camarões e peixes. Até tubarões passeiam por trás do vidro existentes em algumas áreas da parede e do teto. Só o passeio de barco indoor é meio decepcionante, porque a guia fala apenas coreano e os ocidentais não entendem absolutamente nada.

Quer ver mais peixe vivo? Dê um pulo no impressionante Mercado Jagalchi (www.jagalchimarket.org), que tem uma área coberta e outra ao ar livre. Os consumidores os escolhem antes do abate e sua sobrevivência é garantida pela renovação constante das águas dos seus aquários improvisados, muitas vezes em forma de bacias ou cestos. Em algumas barracas os animais já estão mortos, mas tão bem arranjados que parecem mais uma decoração.

O moderno e espelhado prédio que abriga a área coberta pode ser admirado do alto da Torre de Busan, que por sua vez fica no Youngdusan Park, outro parque para passear sem pressa, com tempo suficiente para admirar seu relógio de flores e uma imponente estátua de dragão. As escadarias que despencam desse parque levam a uma simpática rua comercial chamada Kwangbok, toda preenchida com lojas de grife.

Parece tudo muito caro, mas pegando algumas quebradas depois do final da rua, aparecem várias barracas e lojinhas baratíssimas. Lembra até um pouco a popular 25 de Março, de São Paulo, mas a diferença é que você vai comprar na Coreia um produto "made in Korea".

Segunda maior cidade da Coreia do Sul, Busan tem o porto mais importante do país, um estranho mercado de peixes que costuma regar os animais vivos constantemente e uma ponte suspensa que para nós, brasileiros, lembra muito a Hercílio Luz, em Florianópolis.

Mas, de acordo com o guia Hong Man Je, que adotou a alcunha de Jaime para facilitar a pronúnica dos turistas brasileiros e latinos, os três símbolos da cidade são outros: as camélias vermelhas, os pelicanos e o ferry que transporta as pessoas para o Japão, cuja ilha mais próxima se situa a 56 quilômetros de distância.

O ferry dispensa explicações. Os pelicanos não causam nenhuma surpresa numa cidade litorânea. Já as camélias merecem um comentário um pouco mais longo. Elas têm um significado tão especial entre os habitantes locais que ganharam um parque chamado "Ilha das Camélias", ou Fuknoka, em coreano.

Frequentado pelos locais tarde da noite ou nas primeiras horas da manhã, o arborizado parque tem pequenos templos orientais, uma bela passarela de madeira à beira do rochedo à beira-mar e uma linda vista para a ponte Gwangan. Ao desbravar a área, vale a pena dar uma esticada pela praia Haenduae, cujo calçadão vive um constante vai-e-vem de ciclistas, pedestres e crianças.

No caminho, uma parada no Aquário de Bussan (www.busanaquarium.com) desvenda os mistérios do fundo mar, com sua grande variedade de animais, incluindo diferentes espécies de águas-vivas, camarões e peixes. Até tubarões passeiam por trás do vidro existentes em algumas áreas da parede e do teto. Só o passeio de barco indoor é meio decepcionante, porque a guia fala apenas coreano e os ocidentais não entendem absolutamente nada.

Quer ver mais peixe vivo? Dê um pulo no impressionante Mercado Jagalchi (www.jagalchimarket.org), que tem uma área coberta e outra ao ar livre. Os consumidores os escolhem antes do abate e sua sobrevivência é garantida pela renovação constante das águas dos seus aquários improvisados, muitas vezes em forma de bacias ou cestos. Em algumas barracas os animais já estão mortos, mas tão bem arranjados que parecem mais uma decoração.

O moderno e espelhado prédio que abriga a área coberta pode ser admirado do alto da Torre de Busan, que por sua vez fica no Youngdusan Park, outro parque para passear sem pressa, com tempo suficiente para admirar seu relógio de flores e uma imponente estátua de dragão. As escadarias que despencam desse parque levam a uma simpática rua comercial chamada Kwangbok, toda preenchida com lojas de grife.

Parece tudo muito caro, mas pegando algumas quebradas depois do final da rua, aparecem várias barracas e lojinhas baratíssimas. Lembra até um pouco a popular 25 de Março, de São Paulo, mas a diferença é que você vai comprar na Coreia um produto "made in Korea".

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