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Uma grande e maravilhosa verdade

Uma grande e maravilhosa verdade

Atualizado: Quinta-feira, 30 Setembro de 2010 as 8:30

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

Deus colocou em nossas mãos a construção de nossa vida. Engana-se aquele que pensa que ela pode ser edificada sem a presença e as ações do outro. Este procedimento pode ser doentio.

Há amigos mais chegados do que um irmão (Pv 18.24). E é verdade. A vida de todos nós está agitada demais, uma loucura, tolhendo a convivência humana, os bons papos, um cafezinho com os amigos permeado de risadas gostosas. E o que é pior: fez nascer uma espécie de cultura absolutamente maluca! O estar junto, ouvir o outro, e ser ouvido são valores extraordinários e imprescindíveis. O espírito capitalista produziu uma geração pró-consumista, para a qual a ideia de "relacionamentos significativos" perde muito para a corrida inconsequente e imponderada do "ter" e do "fazer", sem se dar conta de que a lei da semeadura é implacável, qualquer que seja o caso: "O que o homem plantar, isso também colherá".

Nossa Igreja tem membros que jamais foram a um acampamento de homens, de mulheres, de jovens, adolescentes, de carnaval, etc. Motivos? Sim, existem, e são muitos. Dentre eles estaria a fuga consciente ou inconsciente para não se expor às aproximações muito comum nessas ocasiões, pois trazemos marcas pessoais que desejamos esconder e que, necessariamente serão manifestas. O pior é que essas pessoas queridas levam para o seu casamento e relacionamentos familiares este perigoso perfil. Há amigos mais chegados que um irmão. Lembre-se que isso é uma bênção, não um ônus! Portanto, saia agora mesmo de seu casulo e experimente o valor de uma grande amizade!

Uma turma grande esteve no Acampamento dos Jovens no último final de semana. Hoje estarão no culto das 19h00. Certamente velhas amizades foram reabastecidas, novas amizades feitas, a "galera" deve estar mais unida, por uma razão simples: Há força e vida nos relacionamentos significativos que nos permitimos construir.

Se você insiste em não ter amigos, isolando-se, fechando-se em seu íntimo ou em seu quarto, também saiba que, além de privar-se da bênção divina dos amigos - "melhor dois do que um"; "não é bom que o homem esteja só"; "há amigo mais chegado que um irmão" -, também se sujeita à possibilidade, cientificamente provada, de doenças como problemas coronários e baixa imunidade. Hoje em dia até oportunidades de boas recolocações profissionais alguns candidatos perdem, diante dos novos testes que acusam "dificuldade com vivência em grupo"; "incapacidade de trabalho em equipe". Relacionamento é uma palavra de ordem vinda da Trindade. Deus não fez o homem para que estivesse só, mas nos deu pessoas para serem nossos amigos, verdadeiros presentes, capazes de amizades sinceras, despretensiosas, dádivas do Alto!

Que Deus, no meio de tantas pessoas frequentadoras da LIBER, nos dê pelo menos um amigo! E se você for escolhido dentre tantos, aceite isso como um grande privilégio! Jesus tinha amigos, procurou-os, teve um Pedro, um Tiago, um João, com quem andava junto! E é Ele quem quer que tenhamos amigos. Que grande verdade é esta: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão " (Pv 18.24). Que tal, vamos provar desta bênção?

Eli Fernandes de Oliveira   é pastor titular da Igreja Batista da Liberdade (SP) desde 1984. É Bacharel em Teologia pelo STBNB; Psicanalista Clínico pela SPOB; Mestre em Teologia e Mestre em Ministério pela Faculdade Teológica da Fé Reformada, São Paulo, e Doutor em Teologia Th.D (cum claude) pela Universidade Cohen, Los Angeles, CA.

Já foi condecorado com Medalha Anchieta, da Câmara Municipal de São Paulo; Prêmio de Personalidade do Ano, pela Academia Paulista Cristã de Letras; Comenda Paul Harris, do Rotary Club e Membro Honorário da Força Aérea Brasileira.

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