A força da mulher cristã na história da redenção

O Dia Internacional da Mulher é uma oportunidade para recordar que a dignidade feminina tem fundamento eterno.

Fonte: Guiame, Marisa LoboAtualizado: sexta-feira, 6 de março de 2026 às 17:51
(Imagem ilustrativa gerada por IA)
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A Bíblia afirma que homem e mulher foram criados à imagem de Deus (Gênesis 1:27). Essa verdade antecede qualquer pauta cultural: a mulher carrega valor intrínseco, identidade espiritual e propósito divino.

Ao longo das Escrituras, vemos mulheres que enfrentaram dor, injustiça e desafios emocionais profundos — e ainda assim permaneceram firmes. Ana orou em meio à angústia (1 Samuel 1:10). Ester se posicionou com coragem para salvar seu povo (Ester 4:14). Débora liderou com sabedoria (Juízes 4). Maria disse “sim” ao chamado de Deus em circunstâncias humanamente desafiadoras (Lucas 1:38). A resiliência feminina, à luz da fé, nasce da confiança em Deus, não da ausência de sofrimento.

Jesus reafirmou essa dignidade de maneira revolucionária. Ele conversou com a mulher samaritana e revelou a ela que era o Messias (João 4:26). Defendeu a mulher acusada, impedindo seu apedrejamento (João 8:11). Permitiu que mulheres o seguissem e fossem testemunhas da ressurreição (Lucas 24:10). Em Cristo, a mulher não é invisível — ela é vista, ouvida e restaurada.

Do ponto de vista emocional e espiritual, sabemos que muitas mulheres carregam marcas de violência, rejeição e desvalorização. O Evangelho, porém, proclama restauração. O Senhor é “perto dos que têm o coração quebrantado” (Salmo 34:18). A Igreja é chamada a ser ambiente seguro, de acolhimento e justiça, refletindo o caráter de Cristo.

Ser pró-mulher, biblicamente, é afirmar respeito, proteção e honra. É reconhecer que a força da mulher cristã não está na rivalidade, mas na identidade firmada em Deus. Neste Dia Internacional da Mulher, que celebremos a importância da mulher na família, na sociedade e na história da redenção — como filha amada, serva fiel e voz que anuncia esperança.

 

Marisa Lobo (CRP 08/07512) é psicóloga, missionária, ativista pelos direitos da infância e da família e autora de livros sobre saúde mental, educação de filhos e autoestima infantil, entre eles "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo". Especialista em Direitos Humanos, preside o movimento Pró-Mulher.

* O conteúdo do texto acima é uma colaboração voluntária, de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

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