Por que é legal ter um cofrinho em casa

Por que é legal ter um cofrinho em casa

Atualizado: Quinta-feira, 31 Março de 2011 as 10:49

Quem teve um porquinho na infância não esquece. A expectativa de vê-lo “engordar”, a vontade de contar quanto dinheiro tem ali e, finalmente, trocar aquelas moedas por um brinquedo é uma experiência deliciosa. Fernanda Nascimento, 31 anos, lembra até hoje do seu primeiro, aos 5 anos. “Pena que tive que quebrá-lo, mas guardei por um bom tempo a Fofolete (boneca) que comprei com o dinheiro. Quero repetir essa experiência com a minha filha”, já anuncia a dentista que terá de esperar um pouco, já que a menina tem apenas 10 meses. Mas a espera vai valer a pena, pois o objeto é uma ferramenta importante para a educação financeira das crianças.

Isso porque estimula o exercício de poupar, planejar, aguardar, valorizar o montante reunido e comprar consciente do esforço necessário para a aquisição do presente. Além de causar um orgulho imenso na criança que conseguiu se presentear com o próprio empenho. No livro Filhos Inteligentes Enriquecem Sozinhos , da Gente Editora, o autor Gustavo Cerbasi explica por quê. “O cofrinho significa para a criança a primeira oportunidade na vida de sonhar com a realização de conquistas financeiras e de colher frutos da disciplina cultivada durante alguns meses.” Se o aprendizado for levado para a vida adulta, pode-se vislumbrar boas possibilidades de saúde financeira.

Claro que para “poupadores” de 3 anos, no entanto, o hábito não precisa vir acompanhado do discurso educativo dos pais, eles entenderão intuitivamente, praticando. E o melhor é que tenham “porquinhos” menores já que são menos tolerantes a espera. Mas, ainda assim para essa faixa etária, há benefícios extras. “A motricidade também pode ser exercitada. Para uma criança dessa idade o simples ato de colocar moedinhas numa fenda estreita já é um desafio”, ressalta Álvaro Modernell, consultor financeiro e autor de vários livros para crianças sobre educação financeira. Ele dá outras dicas para que a “brincadeira” dê certo. “Não importa o valor da moeda, mas a frequência com a qual são dadas e a quantidade. Se o recebimento se espaçar muito a criança pode se desinteressar."

E mais um detalhe: "o importante é cultivar o hábito de colocar moedinhas e não de retirar”, reforça Álvaro. Se o seu filho insistir muito em tirar dinheiro é bom lembrá-lo de que se trata de uma escolha: se ele fizer isso vai demorar mais para conseguir comprar o tão desejado skate, por exemplo, o que o levará a uma importante reflexão: poupar ou gastar? Adiar um projeto ou persistir no sonho de consumo? Perguntas bem comuns também para qualquer adulto. 

Atenção às moedas! Assim como brinquedos pequenos, as moedas representam um perigo para crianças menores de 3 anos. Elas podem acabar na boca, no nariz e até no ouvido do seu filho e as chances de engasgo e sufocação são grandes. Por isso, vale a máxima: devem ser mantidas longe do alcance dos pequenos.

Atenção às moedas!

Assim como brinquedos pequenos, as moedas representam um perigo para crianças menores de 3 anos. Elas podem acabar na boca, no nariz e até no ouvido do seu filho e as chances de engasgo e sufocação são grandes. Por isso, vale a máxima: devem ser mantidas longe do alcance dos pequenos.

Atenção às moedas! Assim como brinquedos pequenos, as moedas representam um perigo para crianças menores de 3 anos. Elas podem acabar na boca, no nariz e até no ouvido do seu filho e as chances de engasgo e sufocação são grandes. Por isso, vale a máxima: devem ser mantidas longe do alcance dos pequenos.  

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