
O pastor Joel Engel reuniu-se com intercessores de diversas nações em Jerusalém para orar pelo Brasil durante sua viagem a Israel, no período de Yom Kippur e Sucot.
“Eu quero hoje pedir a oração de todas as nações pelo Brasil. E queremos fazer uma proclamação de libertação pelo Brasil”, declarou.
Engel participou da Convocação de Todas as Nações, promovida pela Casa de Oração para Todas as Nações em Jerusalém, o JHOPFAN, liderado pelo pastor Tom Hess.
Diante dos representantes das nações, Engel leu Levítico 25:9-10, passagem que fala do toque da trombeta no Dia da Expiação e da proclamação de liberdade no Jubileu.
“Essa palavra é para o Brasil e para todas as nações”, afirmou. “Pelo Brasil, declaremos um novo governo, Senhor, um governo justo, em nome de Jesus”, orou.
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Yom Kippur em Jerusalém
A oração pelo Brasil também acompanhou Engel até o Muro das Lamentações. Antes do início do Yom Kippur, enquanto caminhava pelas ruas de Jerusalém, ele contou que pessoas de diferentes países estavam chegando para a observância do Dia da Expiação.
“É um tempo muito especial”, disse. “É um dia de arrependimento, um dia de jejum, um dia de lamento, onde eles param e unicamente se dedicam a buscar a Deus.”
Engel lembrou a tradição judaica que relaciona a data ao perdão recebido pelo povo após o pecado do bezerro de ouro. Para ele, o momento também era um convite à reconciliação com Deus e com o próximo.
Durante a caminhada, o pastor defendeu a importância de acompanhar as festas bíblicas:
“O relógio de Deus, a agenda de Deus, ela é marcada pelo calendário bíblico. Então, por isso que nós seguimos o calendário bíblico”, afirmou Engel.
Ao fim do Yom Kippur, o Muro das Lamentações ainda estava cheio. Dali, Engel orou pelos brasileiros e pelas pessoas que haviam enviado pedidos de outros países.
“Que esse vento maravilhoso do teu Espírito, que está soprando aqui, sopre também no Brasil, sopre nas nações que estão assistindo”, declarou.
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“Meu sonho sempre foi pisar nos lugares onde Ele pisou”
Em outro momento da viagem, ainda no carro, Engel falou sobre a expectativa de chegar a um lugar que desejava conhecer havia muitos anos: a região do deserto onde houve a tentação de Jesus.
“Hoje nós vamos a um lugar que eu sou fascinado. E sonhei muitos anos de entrar nesse lugar”, contou.
Ao chegar, a paisagem trouxe à memória o relato dos 40 dias de Jesus no deserto.
“Meu sonho sempre foi pisar nos lugares onde Ele pisou. Eu quero fazer um pouquinho do que Ele fez”, disse, emocionado. “Senhor, eu quero teu Espírito, o Espírito Santo.”
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Diante das pedras, Engel relembrou a tentação de transformar pedras em pães e a resposta de Jesus: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”.
O caminho seguiu até o Rio Jordão. Às margens do rio, Engel falou sobre o batismo de Jesus por João Batista e lembrou outros relatos bíblicos ligados àquelas águas, como a passagem de Josué e os acontecimentos envolvendo Elias e Eliseu.
O refúgio de Elias
Entre cavernas e encostas rochosas, Engel apresentou o local do ribeiro de Querite, onde Elias se refugiou. Um pequeno curso de água e a vegetação ao redor ajudavam a imaginar a vida do profeta naquele ambiente.
“Observe que aqui corre água. É um filete de água que permaneceu aqui. E Elias bebia essa água”, disse, ao relembrar o relato bíblico.
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O pastor apontou as cavernas e comentou o isolamento de Elias. Mais do que um esconderijo, ele destacou aquele período como um tempo de comunhão com Deus.
“Elias fala de se esconder, de intimidade, de tempo de separação. Os profetas tinham essa característica de sumir”, afirmou.
Na Galileia
Em Cafarnaum, a visita passou pelas ruínas da sinagoga. Durante a explicação, o guia chamou a atenção para as pedras brancas da construção e para as estruturas de basalto escuro abaixo dela.
A conversa também abordou o ensino de Jesus. O guia mencionou as escolas judaicas de Hillel e Shammai e relacionou ensinamentos de Cristo às tradições discutidas pelos rabinos — e apresentou a hipótese de que Jesus teria estudado na escola de Hillel.
Às margens do Mar da Galileia, Engel relembrou o chamado dos discípulos e o episódio em que Jesus caminhou sobre as águas.
“Temos cenas maravilhosas da Bíblia aqui. O ministério de Jesus se desenvolveu aqui”, afirmou.
Para o pastor, a emoção estava em se aproximar de um cenário tão presente nos Evangelhos.
“Saber que Ele pisou nessas águas, andou por aqui, chamou seus discípulos”, disse. Ao recordar os ensinamentos de Cristo aos seus seguidores, chamou o lugar de “a escola de Jesus”.
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A chegada da Festa das Cabanas
A viagem também incluiu o início de Sucot, a Festa das Cabanas. Em Jerusalém, Engel explicou por que as sucás, as cabanas da celebração, passam a fazer parte da paisagem das ruas e das casas.
“Essa é uma festa muito especial chamada Festa da Alegria, a festa que se celebra o tempo que Deus protegeu o seu povo no deserto”, afirmou.
Ao lembrar a saída dos israelitas do Egito, o pastor destacou o cuidado de Deus durante a caminhada.
“Deus os tirou do Egito e os protegeu e os abençoou”, disse, antes de deixar sua saudação: “Feliz Festa das Cabanas”.
Veja o relato completo da viagem a Israel:
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